Disciplinas - 1º Semestre/2019

NT239 - TAXONOMIA DE LEGUMINOSAS – TURMA VFM

 

Créditos: 4
Horário: Segunda-feira  a sexta-feira  das  09:00  às  11:00 - INICIO DAS AULAS 24/06/2019
Local/Sala: IB06 (dias 24/06 e 27/06) e IB08 (dias 25/06, 26/06 e 28/06)
Período de oferecimento: 2ª metade do 1º semestre (de 24/06/2019 a 28/06/2019)
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 2
Responsável: Vidal de Freitas Mansano
Colaboradora: Ana Paula Fortuna Perez
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

 

PROGRAMA:

  • Introdução ao estudo de leguminosas. Caracteres morfológicos diagnósticos para o reconhecimento das categorias infra-familiares.
  • Origem e evolução das leguminosas. Principais tendências evolutivas.
  • Aspectos fitogeográficos e ecológicos.
  • Considerações biossistemáticas.
  • A nova circunscrição de Caesalpinioideae: as diferentes linhagens, diversidade morfológica. Caracterização das tribos. Chaves para a identificação genérica.
  • Mimosoideae: diversidade morfológica. Caracterização das tribos. Chaves para a identificação genérica.
  • Papilionoideae: diversidade morfológica. Caracterização das tribos. Chaves para a identificação genérica.
  • Práticas de identificação específica.
  • Seminários.
  • Excursão de coleta.


CRONOGRAMA:

  • 24/06/2019 Introdução ao estudo de leguminosas. Caracteres morfológicos diagnósticos para o reconhecimento das categorias infra-familiares; Origem e evolução das leguminosas. Principais tendências evolutivas; Aspectos fitogeográficos e ecológicos; Considerações biossistemáticas.
  • 25/06/2019 A nova circunscrição de Caesalpinioideae: as diferentes linhagens, diversidade morfológica. Caracterização das tribos. Chaves para a identificação genérica; Mimosoideae: diversidade morfológica. Caracterização das tribos. Chaves para a identificação genérica.
  • 26/06/2019 Papilionoideae: diversidade morfológica. Caracterização das tribos. Chaves para a identificação genérica.
  • 27/06/2019 Práticas de identificação específica; Seminários.
  • 28/06/2019 Excursão de coleta.

 

BIBLIOGRAFIA:

BARROSO, G.M.; PEIXOTO, A.L.; COSTA, C.G.; ICHASO, C.L.F.; GUIMARÃES; E.F. & LIMA, H.C. 1984. Sistemática de Angiospermas do Brasil. Viçosa, Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa. v. 2, p. 15-97.

BENTHAM, G. 1859-1862. Leguminosae I. Papilionaceae. In: MARTIUS, C.F.P. de & ENDLICHER, S. (eds.). Flora Brasiliensis. Monachii, Lipsiae, Fridr. Fleischer. v. 15, pars 1.

BENTHAM, G. 1870. Leguminosae II. In: MARTIUS, C.F.P. de; EICHLER, S.& URBAN, I. (eds.). Flora Brasiliensis. Monachii, Lipsiae, Fridr. Fleischer. v. 15, pars 2.

BURKART, A. 1943. LAS leguminosas argentinas silvestres y cultivadas. Buenos Aires, Acme Agency, 590 pp.

GUNN, C. R. 1991. Fruits and seeds of genera in the subfamily Caesalpinioideae (Fabaceae). United States Department of Agriculture, technical Bulletin 1755: 1-408.

HUTCHINSON, J. 1964. The Genera of Flowwering Plants. Oxford, Oxford University Press. v. 1.

LEWIS, G. P. 1987. Legumes of Bahia. Kew, Royal Botanic Gardens.

LEWIS, G. P. & OWEN, P.E. 1989. Legumes of the Ilha de Maracá. Kew, Royal Botanic Gardens.

LEWIS, G. P.; SCHRIRE, B.; MACKINDER, B. & LOCK, M. (eds.) 2005. Legumes of the world. Kew, Royal Botanic Gardens.

MENDONÇA FILHO, C.V. 1996. Braúna, Angico, Jacarandá e outras leguminosas de Mata Atlântica. Belo Horizonte, ed. Autor, 100 pp.

POLHILL, R.M. & RAVEN, P.H (eds.). 1981. Advances in legume systematics. Kew, Royal Botanic Gardens. v. 1, 425 pp.

 

NT243 - METODOLOGIA DO ENSINO DE BOTÂNICA – TURMA MFC

 

Créditos: 3
Horário: Sextas-feiras  das  14:00  às  17:00 - INICIO DAS AULAS 08/03/2019
Local/Sala: a definir
Período de oferecimento: Todo o 1º semestre (de 08/03/2019 a 28/06/2019)
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Maria Fernanda Calió
Colaboradora: Ingrid Koch
Estudantes especiais: Não aceita

 

PROGRAMA:

 - Introdução à disciplina: objetivos, programa, avaliação e bibliografia. Introdução às atividades de extensão - Criação de atividades - Realização das atividades com o público-alvo.


CRONOGRAMA: 
08/03 Introdução à disciplina: objetivos, programa, avaliação e bibliografia. Introdução às atividades de extensão.
15/03 Desenvolvimento de atividades
22/03 Desenvolvimento de atividades
29/03 Desenvolvimento de atividades
05/04 Desenvolvimento de atividades
12/04 Realização das atividades com o público-alvo
19/04 Não há expediente na Unicamp (feriado)
26/04 Realização das atividades com o público-alvo
03/05 Realização das atividades com o público-alvo
10/05 Realização das atividades com o público-alvo
17/05 Realização das atividades com o público-alvo
25/05 Realização das atividades com o público-alvo
31/05 Realização das atividades com o público-alvo
07/06 Realização das atividades com o público-alvo
14/06 Realização das atividades com o público-alvo
21/06 Não há expediente na Unicamp (feriado)
28/06 Realização das atividades com o público-alvo

 

BIBLIOGRAFIA: 
A ser disponibilizada no período do oferecimento da disciplina.

 

NT243 - METODOLOGIA DO ENSINO DE BOTÂNICA – TURMA MJS

Obs.: cada estudante deverá contactar o docente responsável (e-mail: marcosjs@unicamp.br) para ser autorizado especificamente

 

Créditos: 3
Horário: Segundas-feiras  das  9:00  às  12:00 - INICIO DAS AULAS 11/03/2019
Local/Sala: Sala 19, Depto Fisiologia Vegetal-IB
Período de oferecimento: Todo o 1º semestre (de 25/02/2019 a 29/06/2019)
Vagas: 3
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Marcos José Salvador
Estudantes especiais: Não aceita

 

PROGRAMA:
Acompanhamento das aulas da graduação sob a supervisão do docente responsável pela disciplina

 

CRONOGRAMA:
Período de 25/02/2019 a 29/06/2019

 

BIBLIOGRAFIA: 
A ser disponibilizada no período do oferecimento da disciplina.

 

NT257 - TÓPICOS ESPECIAIS EM BIOLOGIA VEGETAL II – TURMA IK

Créditos: 2
Horário: Terças-feiras das 10:00 às 11:00
Local/Sala: a definir
Período de oferecimento: Todo o 1º semestre
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 4
Responsável: Ingrid Koch

NT259 - ADEQUAÇÃO AMBIENTAL – TURMA RRR

Créditos: 12
Data/Horário: 15-27 de Abril de 2019 (a confirmar), com início dia 15/04 às 7:30hs do LERF/ESALQ/USP e as 9:00hs na UNICAMP e final dia 27/04
Local/Sala: Ainda sendo decidido, mas provavelmente em Extrema, no Centro de Restauração ecológica do Projeto Conservador das Águas, da prefeitura Municipal de Extrema
Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre
Vagas: 12
Mínimo de alunos: 8
Responsável: Ricardo Ribeiro Rodrigues
Colaboradora: Ingrid Koch
Estudantes especiais: Não aceita

 

PROGRAMA:

Disciplina de Pós-Graduação

“Adequação Ambiental de unidades de produção, com ênfase para a restauração de áreas degradadas” (LCF 5862 e NT 259)
Ano 2019


COORDENAÇÃO
Laboratório de Ecologia e Recuperação Florestal (LERF/ESALQ/USP), Piracicaba/SP
DOCENTES

  1. Ricardo Ribeiro Rodrigues. USP
  2. Pedro H. S. Brancalion – USP
  3. Jorge Yoshio Tamashiro UNICAMP
  4. Dr. André G. Nave- LERF/BIOFLORA
  5. Ingrid Koch – UNICAMP

DOCENTES COLABORADORES

  1. Dra Natália Macedo Ivanauskas- Instituto Florestal
  2. Dr. Fabiano T. Farah – LERF/BIOFLORA

INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA

A recuperação de ecossistemas degradados é uma atividade muito antiga, já tendo sido encontrado vestígios de sua existência na história de diferentes povos, épocas e regiões. No entanto, até recentemente ela se caracterizava como uma atividade sem vínculos estreitos com concepções teóricas, sendo executada normalmente como uma prática de plantio de mudas, com o objetivo muito específico de recuperação apenas do aspecto visual ou paisagístico daquele ambiente.

O aumento da preocupação social com o destino das áreas degradadas e dos fragmentos florestais remanescentes é crescente, de modo que atividades de produção sem um planejamento ambiental adequado e que tenham como conseqüência, a degradação ambiental, estão fadadas a sanções cada vez mais restritivas não só no aspecto legal, mas também na própria consolidação do mercado consumidor, que está cada vez mais exigente. O paradigma da produção de alimentos com sustentabilidade econômica, social e ambiental é o grande desafio da atualidade. Apesar da demanda cada vez mais crescente para a recuperação de áreas degradadas, só recentemente a recuperação adquiriu o caráter de uma área de conhecimento, sendo denominada por alguns autores como ecologia da restauração, com avanços muito promissores tanto para o sucesso dessa atividade, como para o conhecimento científico da dinâmica desses ambientes degradados.

O acúmulo significativo de conhecimento sobre os processos envolvidos na dinâmica de formações naturais (tanto preservadas, como em diferentes graus e tipos de degradação) nas últimas décadas, tem conduzido a uma significativa mudança na orientação dos programas de recuperação, que deixaram de ser mera aplicação de práticas agronômicas, ou silviculturais de plantios de espécies, para assumir a difícil tarefa de reconstrução das complexas interações da comunidade.

Nesse contexto, a atividade de recuperação de áreas degradadas ou mais especificamente de restauração florestal é uma das mais procuradas e mais promissoras como atividade profissional dos graduados em cursos superiores com alguma vertente ambiental.

OBJETIVO

Promover uma capacitação teórica dos processos ecológicos envolvidos na restauração florestal e um treinamento para a elaboração e execução de projetos de restauração, dentro de unidades naturais ou de produção, considerando a etapa de zoneamento da respectiva unidade, com identificação das diferentes situações de degradação, das características da degradação, quanto ao tipo, intensidade e tempo, e das características do entorno; a etapa de caracterização florística e de degradação dos remanescentes naturais, a etapa de definição metodológica de restauração de cada uma das unidades do zoneamento, considerando as particularidades de cada unidade e com base nas teorias de ecologia florestal, a etapa de implantação e dimensionamento de viveiros de espécies nativas para restauração, a etapa de marcação de matrizes de espécies arbóreas nos remanescentes naturais, para coleta de sementes e a etapa de produção de material didático para atividades de educação ambiental, como trilhas de espécies, de paisagens, de formações etc.; a etapa de estabelecimento de prioridades e do cronograma e por fim a etapa de construção de indicadores de avaliação e monitoramento dessas ações de restauração.

 

DADOS DA DISCIPLINA DE 2019

Local onde será oferecida a parte de campo da disciplina: Ainda sendo decidido, mas provavelmente em Extrema, no Centro de Restauração ecológica do Projeto Conservador das Águas, da prefeitura Municipal de Extrema

 

Período em que será realizada a parte de campo e laboratório da disciplina: duas semanas em abril de 2019 (15-27 de abril), sendo que na parte da manhã e parte da tarde de todos os dias serão desenvolvidas atividades de campo na região e no final da tarde e começo da noite de todos os dias teremos aula na sala de aula.

Materiais necessários: roupas de campo, tesoura de poda manual, lupa de mão, lap-top (logicamente quem dispuser), repelente, roupa de banho, recursos para alimentação complementar (doces etc), muita disposição de trabalho no campo.


Data, Horário e Local de início das aulas de campo: 15-27 de Abril de 2019 (a confirmar), com início dia 15/04 às 7:30hs do LERF/ESALQ/USP e as 9:00hs na UNICAMP e final dia 27/04



PROGRAMAÇÃO DETALHADA
HorárioAtividade
Primeiro Dia

Tarde (14hs) Chegada na Área -Apresentação dos Docentes, do Programa da Disciplina e de alguns aspectos conceituais;

Treinamento sobre Saúde, Segurança e Regras deÁrea

-Formação dos grupos (2 ou 3 pessoas)

-Aula inaugural 1 Parte- Zoneamento ambiental detalhado de uma dada unidade natural (microbacia) ou de produção, usando imagens aéreas (fotos aéreas recentes) e baseadas na legislação ambiental pertinente;

 

Segundo dia até final da primeira semana

Programa de Adequação Ambiental de Propriedades Agrícolas

Manhã e começo da tarde – campo

Final da tarde começo da noite –Aula2 Parte - Checagem de campo do zoneamento produzido, com posterior correção;

3 Parte - Caracterização florística e do estado de degradação dos remanescentes naturais, visando subsidiar a escolha de espécies para uso na restauração;

4 Parte - Elucidação e discussão dos processos ecológicos envolvidos na dinâmica florestal, como processos e conceitos embasadores das metodologias e ações de restauração florestal;

5 Parte - Definição das metodologias de restauração mais pertinentes de cada uma das unidades do Zoneamento, com base no potencial de auto-recuperação dessas unidades, potencial esse identificado, caracterizado e quantificado no campo, e dependente, portanto das características de uso e ocupação atual e pretérita e das características do entorno de cada unidade.

6 Parte - Conceitos embasadores da definição metodológica e prática de campo de marcação de matrizes florestais;

7 Parte - Dimensionamento para implantação do viveiro florestal responsável pela produção das mudas que deverão ser usadas na restauração;

8 Parte - Elaboração de materiais didáticos descrevendo elementos da natureza (trilhas de espécies, de paisagens, de formações, de tipos de degradação, etc.);

9 Parte - Bases para a priorização das áreas de restauração na unidade de trabalho e para elaboração de cronograma de restauração;

10 Parte - Usos de Sistemas Agroflorestais em atividades de restauração

Segunda semana Projeto de grupo de monitoramento em áreas já restauradas na Fazenda11 Parte - Construção e desenvolvimento de Projeto de grupo, de aplicação de indicadores de avaliação e monitoramento de áreas restauradas.



AVALIAÇÃO
Seminários: Vários textos científicos serão disponibilizados durante a disciplina e cada grupo será responsável pela apresentação de um Seminário sobre o texto (questões teóricas e metodológicas). Textos de interesse dos próprios alunos podem ser levados para avaliarmos a possibilidade de uso desse material. Parte da avaliação dos alunos será com base na qualidade da apresentação do seminário pelos alunos do grupo, aos demais alunos da disciplina.


Período de Campo: a avaliação dessa etapa de campo será feita por observação dos docentes (média), da dedicação e participação nas atividades diárias de campo;


Aulas no Laboratório: a avaliação será feita com base na qualidade da participação nas aulas e com base nos relatórios finais a serem entregas em data combinada de consenso.:

1o relatório: Relatório do Programa de Adequação Ambiental de uma dada área agrícola que o grupo trabalhou, considerando todas as etapas listadas acima (1-10).

2o relatório: Relatório do projeto de grupo de implantação de indicadores de avaliação e monitoramento de áreas restauradas.

A avaliação desses relatórios vai considerar a qualidade gráfica final, já que produtos desse tipo são apresentados para órgãos de fiscalização, mas principalmente a qualidade dos dados coletados no campo e o embasamento teórico dado no tratamento, na análise e na discussão desses dados. O segundo projeto deverá estar em formato de publicação em revista indexada da área.



CRONOGRAMA: 
Data: 15 de abril- 27 de abril de 2019
PROGRAMAÇÃO DETALHADA

Atividade

Chegada na Área -Apresentação dos Docentes, do Programa da Disciplina e de alguns aspectos conceituais;
Treinamento sobre Saúde, Segurança e Regras deÁrea

-Formação dos grupos (2 ou 3 pessoas)

-Aula inaugural 1 Parte- Zoneamento ambiental detalhado de uma dada unidade natural (microbacia) ou de produção, usando imagens aéreas (fotos aéreas recentes) e baseadas na legislação ambiental pertinente;

2 Parte - Checagem de campo do zoneamento produzido, com posterior correção;

3 Parte - Caracterização florística e do estado de degradação dos remanescentes naturais, visando subsidiar a escolha de espécies para uso na restauração;

4 Parte - Elucidação e discussão dos processos ecológicos envolvidos na dinâmica florestal, como processos e conceitos embasadores das metodologias e ações de restauração florestal;

5 Parte - Definição das metodologias de restauração mais pertinentes de cada uma das unidades do Zoneamento, com base no potencial de auto-recuperação dessas unidades, potencial esse identificado, caracterizado e quantificado no campo, e dependente, portanto das características de uso e ocupação atual e pretérita e das características do entorno de cada unidade.

6 Parte - Conceitos embasadores da definição metodológica e prática de campo de marcação de matrizes florestais;

7 Parte - Dimensionamento para implantação do viveiro florestal responsável pela produção das mudas que deverão ser usadas na restauração;

8 Parte - Elaboração de materiais didáticos descrevendo elementos da natureza (trilhas de espécies, de paisagens, de formações, de tipos de degradação, etc.);

9 Parte - Bases para a priorização das áreas de restauração na unidade de trabalho e para elaboração de cronograma de restauração;

10 Parte - Usos de Sistemas Agroflorestais em atividades de restauração

11 Parte - Construção e desenvolvimento de Projeto de  grupo, de aplicação de indicadores de avaliação e monitoramento de áreas restauradas.

 

BIBLIOGRAFIA:
 

  1. Todos os artigos, dissertação e teses disponíveis no site do LERF: www.lerf.esalq.usp.br em Divulgação Técnica – tanto os produzidos pelo lerf, como aqueles recomendados para leitura, mas com leitura obrigatória de 1- Rodrigues et al 2009- da Biological Conservation: http://www.lerf.esalq.usp.br/divulgacao/produzidos/artigos/2009bcv142n6p1242-1251.pdf e 2- todos os capíotulos do livro do PACTO DA RESTAURAÇÂO DA MATA ATLÂNTICA: http://www.lerf.esalq.usp.br/divulgacao/produzidos/livros/pacto2009.pdf

 

  1. Outras bibliografias importantes:

ALLEN, E.B.; COVINGTON, W.W. & FALK, D.A. Developing the Concept Basis to Restoration Ecology. Restoration Ecology5(4):275-276. 1997.

Allison, G. 2004. The influence of species diversity and stress intensity on community resistance and resilience. Ecological Monographs 74:117-134.

ANDERSEN, A.N. Ants as indicators of Restoration Success: Relationship with Soil Microbial Biomass in the Australian Seasonal Tropics. Ecology. Restoration Ecology 5(2):109-114. 1997.

Aronson, J. & van Andel, J. 2005. Challenges for ecological theory. In: van Andel, J. & Aronson, J. Restoration Ecology: the new frontier. Blackwell Publishing Oxford. Pp.223-233.

ARONSON, J.; FLORET, C.; LE FLOC'H, E.; OVALLE, C. & PONTANIER, R. Restauration et réhabilitation des écosystèmes dégradés em zones arides et semi-arides. Vocabulaire et les concepts. In: PONTANIER,R.; HIRI, A.; AKRIMI, N.; ARONSON, J. et LE FLOC'H, E. In: L' Homme peut - il refaire ce qu'il a défait? John Libbey Eurotext, Paris, pp. 11-29. 1995.

AUER, C.G. & GARCIA, M.E.C. Método de produção de mudas de canela sassafrás a partir de mudas de regeneração natural. Boletim de Pesquisas Florestais 30/31:75-77. 1995.

BARROS, L.C. Caracterização florística e fitossociológica de três idades de uma regeneração natural em Floresta Ombrófila Aberta, no Horto Florestal de Matupá - MT. Dissertação de Mestrado, Instituto de Biociências, Universidade Federal do Mato Grosso, Cuiabá, MT, 1996.

BELL, S.S.; FONSECA, M.S. & MOTTEN, L.B. Linkng Restoration and Landscape Ecology. Restoration Ecology 5(4):318-323. 1997.

Block, W.M., Franklin, A.B., Ward Jr, J.P., Ganey, J.L. & White, G.C. 2001. Design and implentation of monitoring studies to evaluate the sucess of ecological restoration on wildlife. Restoration Ecology 9(3):293-303.

BRANCALION, P.H.S.; GANDOLFI, S; RODRIGUE, R.R. 2015. Restauração Florestal, Editora Oficina de Textos, 422pp.

BRUENIG, E.F. 2000.Conservation and management of tropical rainforests: na integrated approach to sustainability. CAB International, University Press, Cambridge, 325pp.

CAIRNS JR., J. (ed.) Rehabilitating Damaged Ecosystems. Lewis Publishers Island, Second Edition, Boca Ratton, 425p. 1995.

Cornish, P.S. & Burgin, S. 2005 Residual effects of glyphosate herbicide in ecological restoration. Restoration Ecology 13 (4):695-702.

DIAS, L.E. & GRIFFITH, J.J. Conceituação e caracterização de áreas degradadas. In Dias, L.E. & Mello, J.W.V. Recuperação de áreas degradadas. Editora Folha de Viçosa, 1-8p., 1998.

EHRENFELD, J.G. & TOTH, L.A. Restoration Ecology and the Ecosystem Perspective. Restoration Ecology 5(4):307-317. 1997.

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FALK, D.A.; MILLAR, C.I. & OLWELL, M. (ed.) Restoring Diversity: Strategies for Reintroduction of Endangered Plants. Island Press, Washington, 505p. 1996.

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GALETTI, M.E. & STOZT, D. Miconia hypoleuca (Melatomataceae) como espécie-chave para aves frugívoras no Sudeste do Brasil. Revista Brasileira de Biologia 56(2):435-439. 1996,

GANDOLFI, S. & RODRIGUES, R.R. Recomposição de Florestas Nativas: Algumas  Perspectivas Metodológicas para o Estado de São Paulo. In: BALENSISIEFER, M. (coord.) Recuperação de Áreas Degradadas Apostila do III Curso de Atualização. FUPEF. UFPR, p.83-100. 1996.

GONÇALVES, D.B. & SÁ, C.F.C. Dinâmica da regeneração em uma floresta de restinga após perturbação com tratores. Anais do IV Simpósio de Ecossistemas Brasileiros. Publicação ACIESP nº 104, vol. III, p.272-279. 1998.

GRIME, J.P. 1997. Biodiversity and Ecosystem Funcion: the debate deepens. Science 277: 1260-1263.

HOBBS, R.J. 2000. Repair versus despair: hope and reality in ecology management and restoration. Ecological Management & Restoration 1(1): 1-3.

HOBBS, R.J. The Role of Corridors in Conservation: Solution or Bandwagon? Trends in Ecology and Evolution 7(11): 389-392. 1992.

HUBBEL, S.P. 1995. Toward a global research strategy on the ecoloogy of natural Tropical Forests to meet conservation and management needs. In: LUGO, A.E. & LOWE, C. (eds) Tropical Forests: Manegement and Ecology. Springer-Verlag, New York, 423-437.

IBAMA. Manual de recuperação de áreas degradadas pela mineração, Brasília. IBAMA, 96p. 1990.

JORDAN III, W.R.; GILPIN, M.E. & ABER, J.D. (ed.) Restoring Ecology: A synthetic approach to ecological research. Cambridge University Press, Cambridge, 341p. 1987.

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KENTULA, M.E. A Comparison of Approaches to Prioritizing Sites for Riparian Restoration. Restoration Ecology 5(4S):69-74. 1997.

KERSHNER, J.L. Setting Riparian/Aguatic Restoriation Objetives within a Watershed Context. Restoration Ecology 5(4S):15-24. 1997.

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KUHN, T.S.  1972. The Structure  of Scientific Revolutions. Chicago, University of Chicago Press.

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MANTOVANI, W. Recuperação e Monitoramento de Ecossistemas : Escalas de Abordagem. Anais do IV  Simpósio de Ecossistemas Brasileiros. Publicação ACIESP nº 104, vol. V, p.288-294. 1998.

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MATTHES, L.A.F. & MARTINS, F.R. Conceitos em Sucessão Ecológica. Revista Brasileira de Horticultura Ornamental (2):19-32. 1997.

MEGURO, M., PIRANI, J.R., MELLO-SILVA, R., & GIULIETTI, A.M. 1996. Estabelecimento de matas ripárias e capões nos ecossistemas campestres da cadeia do espinhaço, Minas Gerais. Bolm. Botânica, Univ. S. Paulo, 15: 1-11.

Metzger, J.P. 2003. Como restaurar a conectividade de paisagens fragmentadas? In: In: Kageyama, P.Y.; Oliveira, R.E.; Moraes, L.F.D., Engel, V.L., Gandara, F.B. (Coord.). Restauração Ecológica De Ecossistemas Naturais. Botucatu: Fepaf, pp. 49-76.

MICHENER, W.K. Quantitatively Evaluating Restoration Experiments: Reserarch Desgin, Statistical Analysis, and Data Management Consideretions. Restoration Ecology 5(4):324-337. 1997.

MONTALVO, A.M.; WILLIAMS, S.L.; RICE, J.K.; BUCHMANN, S.L.; CORY, C.; HNADEL, S.N.; NABHAN, G.P.; PRIMACK, R. & ROBICHAUX, R.H. Restoration Biology: A Population Biology Perspective. Restoration Ecology 5(4):277-290. 1997.

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RODRIGUES, R. R. & LEITÃO FILHO H. F. (coords). 2001. Matas Ciliares: Conservação e Recuperação. EDUSP/FAPESP, 320pp

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ROSEMBERG, D.K.; NOON, B.R. & MESLOW, E.C. Biological Corridors: Form, Function and Efficacy. Bioscience 47(10):677-687. 1997.

ROZZA, A.; RODRIGUES, R.R.; LIMA, A.M.L.P. & ROCHA, Y.T. Revegetação de um trecho de mata às margens do Rio Piracicaba, em área urbana do município de Piracicaba, SP. Anais. Congresso da Sociedade de Botânica de São Paulo, Santos, SP, p45 – 57. 1992.

SAUTTER, K.D. Meso (Acari e Collembola)  e macrofauna (Oligochaeta) na recuperação de solos degradados. In: Dias, L.E. & Melo, J.W.V. (ed.) Recuperação de Áreas Degradadas. UFV, Sociedade Brasileira  de Recuperação de Áreas Degradadas. p.197-202. 1998.

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NT265 - TÓPICOS ESPECIAIS EM BIOLOGIA VEGETAL III – TURMA IK

Créditos: 4
Horário: Terças-feiras das 14:00 às 16:00
Local/Sala: a definir
Período de oferecimento: Todo o 1º semestre
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 4
Responsável: Ingrid Koch

 

NT265 - TÓPICOS ESPECIAIS EM BIOLOGIA VEGETAL III – TURMA SK

Tema: R para iniciantes

 

Créditos: 4
Horário: Segundas, quartas e sextas-feiras   das 08:00  às  12:00 - (15, 16, 17, 22, 24, 26 de abril/2019 - 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00)
Local/Sala:IB-21, Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o. andar
Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre (de 25/02/2019 a 04/05/2019)
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Samantha Koehler
a ser ministrado pelo Dr. Carlos Tonhatti
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

 

PROGRAMA:

Introdução a linguagem R, principais características, sintaxe básica, funções matemáticas, funções estatísticas, constantes, manipulação de dados, importação e exportação de dados, coerção de objetos, seleção e filtragem (indexação), gráficos, funções gráficas de baixo e alto nível, introdução a algoritmos e programação, iteração e recursão, programação básica no R, otimização de código, interação com outras linguagens.

 

CRONOGRAMA:

Duas semanas de aula. Aula presencial toda segunda, quarta e sexta de manhã. Aula de plantão dos tutoriais nos mesmos dias que as aulas, no período da tarde.

Aula I: Programação, Algorítimos, linguagens; Características da linguagem R;

Aula II: Operadores matemáticos; Operadores lógicos;

Aula III: Manipulação de dados; Entrada e saída de dados;

Aula IV: Gráficos;

Aula V: Programar em R; Funções de fluxo; Erros de programação;

Aula VI: Otimização; Miscelânea.

BIBLIOGRAFIA:
Matloff, Norman. The Art of R Programming: A Tour of Statistical Software Design. 2011, No Starch Press, San Francisco, CA, USA.

 

NV432 - BASES MOLECULARES DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL – TURMA MCD

 

Créditos: 5
Horário: Terças-feiras  das  09:00  às  13:00
Local/Sala: Sala 19 do DBV
Período de oferecimento: Todo o 1º semestre (de 12/03/2019 a 18/06/2019)
Vagas: 12
Mínimo de alunos: 2
Responsável: Marcelo Carnier Dornelas
Estudantes especiais: Não aceita


PROGRAMA:

Esta disciplina visa fornecer aos alunos conhecimentos avançados e atuais sobre os mecanismos moleculares que promovem e regulam os principais fenômenos envolvidos no desenvolvimento dos vegetais superiores. Através do estudo destes fenômenos, objetiva-se uma melhor compreensão dos mesmos e a construção da base teórica necessária para a geração de novas tecnologias. Há um acúmulo acelerado e crescente da quantidade de informações na literatura científica sobre os aspectos genéticos, fisiológicos e moleculares do controle do desenvolvimento de vegetais superiores, associado às novas descobertas na área de genômica vegetal. A disciplina pretende proporcionar aos alunos de Pós-Graduação uma visão integrada, coerente e sólida destas informações.

 

CRONOGRAMA:
12/03 Conceitos básicos em desenvolvimento
19/03 Formação dos tecidos fundamentais e embriogênese
26/03 Bases moleculares (estrutura do gene eucarioto, técnicas moleculares)
02/04 Polaridade celular e dos tecidos
09/04 Formação do padrão embrionário (padrão apical-basal)
16/04 Formação do padrão embrionário (padrão radial)
23/04 Primeira Avaliação Geral
30/04 Formação e elaboração do meristema apical radicular
07/05 Formação e elaboração do meristema apical vegetativo
14/05 Transição para o florescimento
21/05 Formação do padrão floral
28/05 Desenvolvimento do gineceu, dos óvulos e do fruto
04/06 Diferenciação e desenvolvimento independentemente dos meristemas e crescimento secundário
11/06 Evolução dos processos de desenvolvimento
18/06 Segunda Avaliação Geral

 

BIBLIOGRAFIA:

Gilbert SF, Barresi MJF. 2016. Developmental Biology. Sinauer Associates, Oxford University Press; 11 edition. 500pp. Rose RJ. 2016. Molecular Cell Biology of the Growth and Differentiation of Plant Cells. CRC Press. 396pp.

ARTIGOS ESPECÍFICOS, EM PERIÓDICOS DA ÁREA, RECOMENDADOS EM CADA AULA

 

NV441 - TROCAS GASOSAS EM PLANTAS SUPERIORES – TURMA RVR

 

Créditos: 4
Horário: Quartas-feiras   das  08:00  às  12:00 - INICIO DAS AULAS 27/02/2019
Local/Sala: IB-08, Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o. andar
Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre (de 27/02/2019 a 24/04/2019)
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 2
Responsável: Rafael Vasconcelos Ribeiro
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

 

PROGRAMA:

A disciplina abordará com aulas teóricas e práticas os seguintes tópicos: 1- Teoria sobre o metabolismo fotossintético e trocas gasosas em plantas C3, C4 e CAM; 2- Fundamentos das técnicas de medida de fotossíntese pela análise da evolução de oxigênio e incorporação de CO2; e 3- Avaliação in vivo das trocas gasosas frente à variações ambientais: temperatura, umidade relativa e luz. Na parte final da disciplina, os alunos desenvolverão um trabalho prático para fixar os conceitos sobre trocas gasosas.


CRONOGRAMA: 
27.02: Fotossíntese e trocas gasosas: fundamentos [teórica & prática com exercícios].
13.03: Técnicas de medidas de fotossíntese e instrumentos utilizados [teórica & prática com instrumentos].
27.03: Como o ambiente afeta as trocas gasosas foliares & Apresentação. das propostas de trabalhos práticos [teórica].
03.04: Desenvolvimento do trabalho prático [prática].
10.04: Desenvolvimento do trabalho prático [prática] & Reuniões de acompanhamento.
17.04: Desenvolvimento do trabalho prático [prática].
24.04: Apresentação final do trabalho prático & Avaliação da disciplina.

 

BIBLIOGRAFIA:
- Artigos científicos
- Manual dos equipamentos