Disciplinas oferecidas no 1º semestre de 2018

NT243 - METODOLOGIA DO ENSINO DE BOTÂNICA – TURMA MFC


Créditos: 3
Horário: Sextas-feiras 14 - 17H00 - INÍCIO: 02/03
Local/Sala: Lab MB3 

Período de oferecimento: Todo o 1º semestre
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Maria Fernanda Aguiar Calió
Colaboradora: Ingrid Koch

Estudantes especiais: Não aceita

Programa:

Programa da disciplina em elaboração: treinamento na preparação de aulas teóricas e práticas com vistas ao ensino de Botânica.

Cronograma: Início: 26/fevereiro/2018 - Término: 29/junho/2018

Bibliografia:  A ser disponibilizada no período do oferecimento da disciplina.

 

NT259 - ADEQUAÇÃO AMBIENTAL – TURMA RRR CANCELADA

 

Créditos: 12
Horário: dia todo
Local/Sala: Extrema-MG

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre (16 a 28/04/2018)
Vagas: 12
Mínimo de alunos: 8
Responsável: Ricardo Ribeiro Rodrigues

Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:

“Adequação  Ambiental de unidades de produção, com ênfase para a restauração de áreas degradadas”

COORDENAÇÃO
Laboratório de Ecologia e Recuperação Florestal (LERF/ESALQ/USP), Piracicaba/SP

DOCENTES

  1. Ricardo Ribeiro Rodrigues - USP
  2. Pedro H. S. Brancalion – USP
  3. Sergius Gandolfi -USP
  4. Jorge Yoshio Tamashiro - UNICAMP
  5. Ingrid Koch – UNICAMP


DOCENTES COLABORADORES

  1. Natália Macedo Ivanauskas - Instituto Florestal
  2. André G. Nave- LERF/BIOFLORA
  3. Fabiano T. Farah – LERF/BIOFLORA

 

INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
A recuperação de ecossistemas degradados é uma atividade muito antiga, já tendo sido encontrado vestígios de sua existência na história de diferentes povos, épocas e regiões. No entanto, até recentemente ela se caracterizava como uma atividade sem vínculos estreitos com concepções teóricas, sendo executada normalmente como uma prática de plantio de mudas, com o objetivo muito específico de recuperação apenas do aspecto visual ou paisagístico daquele ambiente.

O aumento da preocupação social com o destino das áreas degradadas e dos fragmentos florestais remanescentes é crescente, de modo que atividades de produção sem um planejamento ambiental adequado e que tenham como consequência, a degradação ambiental, estão fadadas a sanções cada vez mais restritivas não só no aspecto legal, mas também na própria consolidação do mercado consumidor, que está cada vez mais exigente. O paradigma da produção de alimentos com sustentabilidade econômica, social e ambiental é o grande desafio da atualidade. Apesar da demanda cada vez mais crescente para a recuperação de áreas degradadas, só recentemente a recuperação adquiriu o caráter de uma área de conhecimento, sendo denominada por alguns autores como ecologia da restauração, com avanços muito promissores tanto para o sucesso dessa atividade, como para o conhecimento científico da dinâmica desses ambientes degradados.

O acúmulo significativo de conhecimento sobre os processos envolvidos na dinâmica de formações naturais (tanto preservadas, como em diferentes graus e tipos de degradação) nas últimas décadas, tem conduzido a uma significativa mudança na orientação dos programas de recuperação, que deixaram de ser mera aplicação de práticas agronômicas, ou silviculturais de plantios de espécies, para assumir a difícil tarefa de reconstrução das complexas interações da comunidade.

Nesse contexto, a atividade de recuperação de áreas degradadas ou mais especificamente de restauração florestal é uma das mais procuradas e mais promissoras como atividade profissional dos graduados em cursos superiores com alguma vertente ambiental.

OBJETIVO
Promover uma capacitação teórica dos processos ecológicos envolvidos na restauração florestal e um treinamento para a elaboração e execução de projetos de restauração, dentro de unidades naturais ou de produção, considerando a etapa de zoneamento da respectiva unidade, com identificação das diferentes situações de degradação, das características da degradação, quanto ao tipo, intensidade e tempo, e das características do entorno; a etapa de caracterização florística e de degradação dos remanescentes naturais, a etapa de definição metodológica de restauração de cada uma das unidades do zoneamento, considerando as particularidades de cada unidade e com base nas teorias de ecologia florestal, a etapa de implantação e dimensionamento de viveiros de espécies nativas para restauração, a etapa de marcação de matrizes de espécies arbóreas nos remanescentes naturais, para coleta de sementes e a etapa de produção de material didático para atividades de educação ambiental, como trilhas de espécies, de paisagens, de formações etc.; a etapa de estabelecimento de prioridades e do cronograma e por fim a etapa de construção de indicadores de avaliação e monitoramento dessas ações de restauração.

DADOS DA DISCIPLINA DE 2018

Local onde será oferecida a parte de campo da disciplina:  Ainda sendo decidido, mas provavelmente em Extrema  MG, no projeto Conservador de Águas.


Período em que será realizada a parte de campo e laboratório da disciplina: duas semanas em abril de 2017 (16-28 de abril), sendo que na parte da manhã e parte da tarde de todos os dias serão desenvolvidas atividades de campo na região e no final da tarde e começo da noite de todos os dias teremos aula na sala de aula.

Materiais necessários: roupas de campo, tesoura de poda manual, lupa de mão, lap-top (logicamente quem dispuser), repelente, roupa de banho, recursos para alimentação complementar (doces etc), muita disposição de trabalho no campo.

Data, Horário e Local de início das aulas de campo: 16-28 de Abril de 2018 (a confirmar), com início dia 16/04 às 7:30hs do LERF/ESALQ/USP e as 9:00hs na UNICAMP e final dia 28/04


PROGRAMAÇÃO DETALHADA

HorárioAtividade

Primeiro Dia

Tarde (14hs)Chegada na Área -Apresentação dos Docentes, do Programa da Disciplina e de alguns aspectos conceituais;

Treinamento sobre Saúde, Segurança e Regras de Área

-Formação dos grupos (2 ou 3 pessoas)

-Aula inaugural 1° Parte- Zoneamento ambiental detalhado de uma dada unidade natural (microbacia) ou de produção, usando imagens aéreas (fotos aéreas recentes) e baseadas na legislação ambiental pertinente;

Segundo dia até final da primeira semana


Programa de Adequação Ambiental de Propriedades Agrícolas


Manhã e começo da tarde – campo


Final da tarde começo da noite –Aula2° Parte - Checagem de campo do zoneamento produzido, com posterior correção;

3° Parte - Caracterização florística e do estado de degradação dos remanescentes naturais, visando subsidiar a escolha de espécies para uso na restauração;

4° Parte - Elucidação e discussão dos processos ecológicos envolvidos na dinâmica florestal, como processos e conceitos embasadores das metodologias e ações de restauração florestal;

5° Parte - Definição das metodologias de restauração mais pertinentes de cada uma das unidades do Zoneamento, com base no potencial de auto-recuperação dessas unidades, potencial esse identificado, caracterizado e quantificado no campo, e dependente, portanto das características de uso e ocupação atual e pretérita e das características do entorno de cada unidade.

6° Parte - Conceitos embasadores da definição metodológica e prática de campo de marcação de matrizes florestais;

7° Parte - Dimensionamento para implantação do viveiro florestal responsável pela produção das mudas que deverão ser usadas na restauração;

8° Parte - Elaboração de materiais didáticos descrevendo elementos da natureza (trilhas de espécies, de paisagens, de formações, de tipos de degradação, etc.);

9° Parte - Bases para a priorização das áreas de restauração na unidade de trabalho e para elaboração de cronograma de restauração;

10o Parte - Usos de Sistemas Agroflorestais em atividades de restauração

Segunda semana Projeto de grupo  de monitoramento em áreas já restauradas na Fazenda11° Parte - Construção e desenvolvimento de Projeto de  grupo, de aplicação de indicadores de avaliação e monitoramento de áreas restauradas.


AVALIAÇÃO
Seminários: Vários textos científicos serão disponibilizados durante a disciplina e cada grupo será responsável pela apresentação de um Seminário sobre o texto (questões teóricas e metodológicas). Textos de interesse dos próprios alunos podem ser levados para avaliarmos a possibilidade de uso desse material. Parte da avaliação dos alunos será com base na qualidade da apresentação do seminário pelos alunos do grupo, aos demais alunos da disciplina.

Período de Campo: a avaliação dessa etapa de campo será feita por observação dos docentes (média), da dedicação e participação nas atividades diárias de campo;

Aulas no Laboratório: a avaliação será feita com base na qualidade da participação nas aulas e com base nos relatórios finais a serem entregas em data combinada de consenso.:

1o relatório: Relatório do Programa de Adequação Ambiental de uma dada área agrícola que o grupo trabalhou, considerando todas as etapas listadas acima (1-10).

2o relatório: Relatório do projeto de grupo de implantação de indicadores de avaliação e monitoramento de áreas restauradas.

A avaliação desses relatórios vai considerar a qualidade gráfica final, já que produtos desse tipo são apresentados para órgãos de fiscalização, mas principalmente a qualidade dos dados coletados no campo e o embasamento teórico dado no tratamento, na análise e na discussão desses dados. O segundo projeto deverá estar em formato de publicação em revista indexada da área.

 
Cronograma:

16-28 de abril de 2018, sendo 12 dias corridos no campo.


Bibliografia:

Todos os artigos, dissertação e teses disponíveis no site do LERF: lerf.esalq.usp.br em Divulgação Técnica – tanto os produzidos pelo lerf, como aqueles recomendados para leitura, mas com leitura obrigatória de 1- Rodrigues et al 2009- da Biological Conservation: http://www.lerf.esalq.usp.br/divulgacao/produzidos/artigos/2009bcv142n6p1242-1251.pdf e 2- todos os capíotulos do livro do PACTO DA RESTAURAÇÂO DA MATA ATLÂNTICA: http://www.lerf.esalq.usp.br/divulgacao/produzidos/livros/pacto2009.pdf  

  1. Outras bibliografias importantes:

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PICKETT, S.T.A, KOLASA, J. & JONES, C.G. 1994. Ecological Understanding:The Nature of Theory and The Theory of Nature. Academic Press, San Diego, USA, 205p.

Pickett, S.T.A. & Cadenasso, M.L. (2005) Vegetation Dynamics. In: van der Maarel, E. (Ed.)  Vegetation Ecology. Blackwell Publishing, Oxford, UK, p. 172-198. 

PICKETT, S.T.A. & OSTFELD, S. 1995. The shifting paradigm in Ecology. In: Knight, R.L. & Bates, S.F. A new century for natural resources management. Island Press, Washington, DC. 261-278.

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RODRIGUES, R. R. & LEITÃO FILHO H. F. (coords). 2001. Matas Ciliares: Conservação e Recuperação. EDUSP/FAPESP, 320pp

RODRIGUES, R. R. & NAVE, A. G. 2001. Heterogeneidade Florística das Matas Ciliares. In: RODRIGUES, R. R. & LEITÃO FILHO H.F. (coords). 2000. Matas Ciliares: Conservação e Recuperação. EDUSP/FAPESP, p. 45-72.

RODRIGUES, R.R. & GANDOLFI, S. Recomposição de Florestas Nativas: Princípios Gerais e Subsídios para uma Definição Metodológica. Revista Brasileira de Horticultura Ornamental 2(1):4-15. 1996.

RODRIGUES, R.R. & GANDOLFI, S. Restauração de Florestas Tropicais: Subsídios para uma definição metodológica e indicadores de avaliação e monitoramento. In: Dias, L.E. &  Melo, J.W.V. (ed.) Recuperação de Áreas Degradadas. UFV, Sociedade Brasileira  de Recuperação de Áreas Degradadas. p.203-215. 1998.

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RODRIGUES, R.R. A sucessão florestal. In: MORELLATO, L.P.C. & LEITÃO FILHO, H.F.(org.) Ecologia e Preservação de uma Floresta Tropical Urbana. Editora da UNICAMP, Campinas, 136p. 1995.

RODRIGUES, R.R.; LEITÃO FILHO, H.F. & CRESTANA, M.S.M. Revegetação do Entorno da Represa de Abastecimento de Água do município de Iracemápolis, SP. Anais. Simpósio Nacional de Recuperação de Áreas Degradadas, Curitiba, p 407-416. 1992b.

ROSEMBERG, D.K.; NOON, B.R. & MESLOW, E.C. Biological Corridors: Form, Function and Efficacy. Bioscience 47(10):677-687. 1997.

ROZZA, A.; RODRIGUES, R.R.; LIMA, A.M.L.P. & ROCHA, Y.T. Revegetação de um trecho de mata às margens do Rio Piracicaba, em área urbana do município de Piracicaba, SP. Anais. Congresso da Sociedade de Botânica de São Paulo, Santos, SP, p45 – 57. 1992.

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NT265 - TÓPICOS ESPECIAIS EM BIOLOGIA VEGETAL III - MS

 

Tema: Fundamentos e Fronteiras em Ecologia da Polinização IV

Disciplina será condensada de 19 a 23 de fevereiro de 2018; constituindo-se em 60 horas, sendo 30 horas em sala de aula e 30 horas de estudos e trabalhos extra-sala para o desenvolvimento de um ensaio sobre um tema relacionado aos temas abordados em sala.


Créditos: 4
Horário: Segunda a sexta das 8H30 - 17H30
Local/Sala: IB11 (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o piso)

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre (de 19 a 23/02/2018)
Vagas: 40 (Pós-graduação e graduação)
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Marlies Sazima

Professores Colaboradores: Dr. Carlos E. P. Nunes – UNICAMP; Dr. Pietro K. Maruyama – UNICAMP; Dr. André R. Rech – UFVJM; Dr. Felipe W. Amorim – UNESP/Botucatu; Dra. Kayna Agostini – UFSCar/Araras; Dr. Paulo Eugênio Oliveira – UFU; Dra. Ana Paula Moraes – UFABC; Dra. Ana Paula S. Caetano – UFU; Dra. Francismeire J. Telles – UFU; Dra. Marina Wolowski – UNIFAL/MG; Dr. Vinicius L. G. Brito – UFU; M.Sc. Pedro J. Bergamo – UNICAMP

Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Ementa:
Vamos abordar o papel dos polinizadores na evolução dos sistemas sexuais, mecanismos reprodutivos e morfologia floral. Estratégias reprodutivas em angiospermas e evolução de sistemas de polinização generalistas e especialistas. Redes de interações e macroecologia da interação entre plantas e polinizadores. Evolução floral mediada por polinizadores. Aspectos cognitivos dos polinizadores e evolução floral. Estudos cromossômicos na compreensão de barreiras reprodutivas e na formação de novas espécies.

Programa:

Carga horária: 60 horas; disciplina condensada de 19 a 23 de fevereiro de 2018

Objetivo:
A disciplina tem como objetivo trazer uma abordagem ampla sobre a biologia reprodutiva de angiospermas com enfoque na ecologia e evolução das interações entre plantas e polinizadores.

Aulas

  1. Desenvolvimento histórico do campo de pesquisa
  2. A flor e ciclo de vida das angiospermas
  3. Controle genético da formação da flor e sua origem evolutiva
  4. Os recursos & atrativos florais
  5. Sistemas de Polinização
  6. Sistemas sexuais, sistemas de acasalamento e sistemas de incompatibilidade
  7. Sistemas florais
  8. Apomixia
  9. Ecologia da disponibilidade de recursos florais
  10. Ecologia cognitiva da polinização
  11. Seleção natural sobre atributos florais mediada por polinizadores
  12. Ecologia e evolução de sistemas de polinização: o continuum especialização-generalização
  13. Redes de interações plantas-polinizadores: estrutura, padrões e processos
  14. Montagem de comunidades a partir das interações planta-polinizador
  15. Macroecologia e Biogeografia da Polinização
  16. Polinização em agroecossistemas
  17. Papel de híbridos e poliplóides no processo de especiação

 Avaliação
A avaliação será feita a partir do desenvolvimento de um ensaio teórico supervisionado por um ou mais professores. Após o desenvolvimento do ensaio, estes serão submetidos a avaliação pelos outros professores da disciplina.


Cronograma
Segunda (19/02)
08:30-09:00 - Apresentações (todos os presentes)
09:00 - 10:00 - Desenvolvimento histórico do campo de pesquisa (Prof. Dr. Paulo Eugênio Oliveira)
10:30 - 12:00 - A flor e ciclo de vida das angiospermas (Dra. Ana Paula S. Caetano)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Controle genético da formação da flor e sua origem evolutiva (Prof. Dra. Ana Paula de Moraes)
16:00 - 17:30 - Os recursos & atrativos florais (Dr. Carlos E. P. Nunes)

Terça (20/02)
08:30 - 10:00 - Sistemas de Polinização (Me. Pedro Bergamo)
10:30 - 12:00 - Sistemas sexuais (hermafroditismo, dioicia, monoicia, etc), sistemas de acasalamento (autogamia, geitonogamia, alogamia) e sistemas de incompatibilidade (gametofítico, esporofítico e de ação tardia) (Prof. Dr. Vinícius Brito).
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Sistemas florais (hercogamia, heterostilia, enantiostilia, heteranteria, dicogamia, etc) (Prof. Dr. Vinícius Brito)
16:00 - 17:30 - Apomixia (Dra. Ana Paula S. Caetano)

Quarta (21/02)
08:30 - 10:00 - Ecologia da disponibilidade de recursos florais (Me. Pedro Bergamo)
10:30 - 12:00 - Ecologia cognitiva da polinização (Dra. Francismeire Telles)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Seleção natural sobre atributos florais mediada por polinizadores (Prof. Dr. Felipe W. Amorim)
16:00 - 17:30 - Ecologia e evolução de sistemas de polinização: o continuum especialização-generalização (Prof. Dr. André R. Rech)

Quinta (22/02)
08:30 - 10:00 - Redes de interações plantas-polinizadores: estrutura, padrões e processos (Dr. Pietro K. Maruyama)
10:30 - 12:00 - Montagem de comunidades a partir das interações planta-polinizador (Prof. Dra. Marina Wolowski)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Macroecologia e Biogeografia da Polinização (Prof. Dr. André R. Rech/ Dr. Pietro K. Maruyama)
16:00 - 17:30 - Polinização em agroecossistemas (Kayna Agostini)

Sexta (23/02)
08:30 - 10:00 - Papel de híbridos e poliplóides no processo de especiação (Prof. Dra. Ana Paula de Moraes)
10:30 - 12:00 - Proposta e discussão de ensaios teóricos (todos)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Discussão entre estudantes e professores sobre os ensaios teóricos (todos)
16:00 - 17:30 - Avaliação, Fechamento e Confraternização (todos)

Bibliografia
Chittka, L.; Thompson, J.D. 2001. Cognitive Ecology of Pollination: Animal Behaviour and Floral Evolution. Cambridge, Cambridge University Press.

Dafni A.; Kevan P.; Husband B.C. 2005. Pollination ecology: a practical approach. Enviroquest Ltd, Cambridge, Ontario, Canada.

Faegri, K.; van der Pijl, L. 1979. The Principles of Pollination Ecology. 3rd ed. Oxford, Pergamon Press.

Harder, L.D.; Barret, S.C.H. 2006. Ecology and Evolution of flowers. New York, Oxford University Press.

Proctor, M.; Yeo, P.; Lack, A. 1996. The Natural History of Pollination. London, Harper Collins.

Rech, A. R., Agostini, K., Oliveira, P. E., & Machado, I. C. 2014. Biologia da polinização. Projecto Cultural.

Waser, N.M.; Ollerton, J. 2006. Plant-Pollinator Interactions: From Specialization to Generalization. Chicago,The University Chicago Press.

Willmer, P. 2011. Pollination and floral ecology. Princeton University Press.

 

NT271 - EVOLUÇÃO DE BARREIRAS DE ISOLAMENTO REPRODUTIVO – TURMA FP

 

Créditos: 4
Horário: Quarta e sexta das 14 - 18H00
Local/Sala: IB05 (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 1o piso)

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre a partir do dia 28/02/2018
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 3
Responsável: Fabio Pinheiro
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:
A especiação pode ser interpretada como um processo contínuo, que envolve um acúmulo gradual de barreiras reprodutivas. Neste contexto, o estudo da evolução de barreiras de isolamento reprodutivo é crucial para compreender os mecanismos envolvidos na origem e manutenção de espécies. O principal objetivo desta disciplina é apresentar como a evolução de barreiras reprodutivas pode ser estudada num contexto multidisciplinar, uma vez que diferentes tipos de barreiras atuam ao longo do processo de especiação. Apesar de grande parte dos exemplos serem baseados em estudos conduzidos com espécies de plantas, grande parte dos mecanismos que serão discutidos são universais para diferentes grupos de organismos. Uma parte das aulas será dedicada à exposição do assunto a ser discutido na aula, e a outra parte será dedicada a discussão de textos escolhidos, para que os alunos se familiarizem com a literatura publicada para o tema.

 

Cronograma:
Aula 1 (28/02) - Breve histórico dos estudos que discutiram a importância de barreiras reprodutivas e híbridos em plantas;
Aula 2 (02/03) – Atividade com textos da disciplina;
Aula 3 - (07/03) - Barreiras reprodutivas pré-zigóticas: isolamento temporal, geográfico, mediado por polinizadores e gamético;
Aula 4 (09/03) – Atividade com textos da disciplina;
Aula 5 (14/03) - Barreiras reprodutivas pós-zigóticas: inviabilidade e esterilidade de híbridos;
Aula 6 (16/03) - Transição entre sistemas de cruzamento e seu impacto sobre a coesão de espécies;
Aula 7 (21/03) - Reforço;
Aula 8 (23/03) - Atividade com textos da disciplina;
Aula 9 (04/04) – Barreiras de isolamento reprodutivo e conceitos de espécie;
Aula 10 (06/04) - Hibridação natural I: histórico dos estudos sobre hibridação;
Aula 11 (11/04) - Hibridação natural II: o papel da hibridação na origem e coesão de espécies;
Aula 12 (13/04) - Atividade com textos da disciplina;
Aula 13 (18/04) - Hibridação natural III: o conceito do genoma poroso e mutualistas genômicos;
Aula 14 (20/04) – Apresentação de estudos sobre isolamento reprodutivo;
Aula 15 (25/04) - Avaliação final com seminário para apresentação de projetos.

Bibliografia:
Arnold ML (2007) Evolution through Genetic Exchange. Oxford, Oxford University Press.

Coyne JA, Orr HA (2004) Speciation. Sunderland, MA: Sinauer Associates.

Jong T, Klinkhamer P (2005) Evolutionary Ecology of Plant Reproductive Strategies. Cambridge, Cambridge University Press.

Levin DA (1978) The origin of isolating mechanisms in flowering plants. Evolutionary Biology 11: 185-317.

Petit RJ, Excoffier L (2009) Gene flow and species delimitation. Trends in Ecology & Evolution 24: 386-393.

Schemske DW (2010) Adaptation and the origin of species. The American Naturalist 176: S4-S25.

Schiestl FP, Johnson SD & Raguso RA (2010) Floral evolution as a figment of the imagination of pollinators. Trends in Ecology and Evolution 25: 382–383.

Schluter D (2001) Ecology and the origin of species. Trends in Ecology and Evolution 16: 372–380.

Wu CI (2001) The genic view of the process of speciation. Journal of Evolutionary Biology 14: 851–865.

 

NT272 - REDAÇÃO DE PROJETOS CIENTÍFICOS – TURMA SK

 

Créditos: 4
Horário: Quintas-feiras 14 - 18H00 - INÍCIO: 01/03
Local/Sala: IB08 (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o piso)

Período de oferecimento: Todo o 1º semestre
Vagas: 15
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Samantha Koehler

Colaboradores: Maria Fernanda Aguiar Calió
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa (clique aqui para o programa completo):
A carreira do cientista. O triângulo básico da pesquisa científica: pergunta, hipótese, previsão. Técnicas para leitura de artigos. Revisão bibliográfica. Mapas mentais. Parágrafo. Justificativa. Modelo de estudo. Contextualização teórica. Materiais e métodos. Cronograma.

Bibliografia:

Mello, MAR. 2017. Sobrevivendo na ciência: um pequeno manual para jornada de um cientista. 1. ed. Belo Horizonte: Edição do autor. 370p .

Volpato, GL. 2013. CIÊNCIA: da filosofia à publicação. 6ª ed. 377p. Best Writing.

Volpato, GL. 2017.  Método Lógico para Redação Científica. Best Writing.

 

NV432 - BASES MOLECULARES DO DESENVOLVIMENTO VEMCDGETAL – TURMA 

 

Créditos: 5
Horário: Terças-feiras 9 - 13H00 - INÍCIO: 06/03
Local/Sala: sala 19 da DFV (Bloco “J”) do Instituto de Biologia/Unicamp

Período de oferecimento: Todo o 1º semestre
Vagas: 12
Mínimo de alunos: 2
Responsável: Marcelo Carnier Dornelas
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:  a definir

Cronograma:  a definir

Bibliografia:
Gilbert SF, Barresi MJF. 2016. Developmental Biology. Sinauer Associates, Oxford University Press; 11 edition. 500pp. Rose RJ. 2016. Molecular Cell Biology of the Growth and Differentiation of Plant Cells. CRC Press. 396pp. ARTIGOS ESPECÍFICOS, EM PERIÓDICOS DA ÁREA, RECOMENDADOS EM CADA AULA

 

NV433 - RECURSOS GENÔMICOS EM BIOLOGIA VEGETAL – TURMA MCD

 

Créditos: 5
Horário: Terças-feiras 14 - 18H00 - INÍCIO: 06/03
Local/Sala: sala 19 da DFV (Bloco “J”) do Instituto de Biologia/Unicamp

Período de oferecimento: Todo o 1º semestre
Vagas: 12
Mínimo de alunos: 2
Responsável: Marcelo Carnier Dornelas
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:  a definir

Cronograma:  a definir

Bibliografia:
Brown TA. 2017. Genomes 4. Garland Science; 4 edition 544pp. Krebs JE, Goldstein ES, Kilpatrick ST. 2017. Genes XII. Jones & Bartlett Learning; 12 edition, 838pp. ARTIGOS ESPECÍFICOS, EM PERIÓDICOS DA ÁREA, RECOMENDADOS EM CADA AULA.

 

NV437 - ESTRATÉGIAS ANALÍTICAS PARA ESTUDOS EM BIOLOGIA VEGETAL – TURMA ACS

 

Créditos: 4
Horário: Terças e quintas das 9 - 12H00
Local/Sala: IB10/Terça (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o piso) e IB06/quinta (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 1o piso)

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre a partir do dia 27/02/2018
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 4
Responsável: Alexandra Christine Helena Frankland Sawaya
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:
1. Métodos de separação cromatográfica:

Bases teóricas da cromatografia. Cromatografia planar (em papel e em camada delgada) e suas principais aplicações. Bioautografia de amostras para determinar atividade antimicrobiana e antioxidante. Cromatografia em coluna (aberta, liquida de alta eficiência e gasosa) e suas principais aplicações. Cromatografia analítica e preparativa.  Cromatografia em contra corrente.

  1. Métodos de identificação espectrométricos: Principais aplicações e restrições de Espectroscopia de Ultravioleta e Visível, Espectroscopia de Infravermelho, Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear e Espectrometria de Massas.
  2. Técnicas hifenadas: Cromatografia líquida de alta eficiência e cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas sequencial, e suas principais aplicações.
  3. Estudos metabolômicos: Usando espectrometria de massas e/ou ressonância magnética nuclear com analise quimiométrica para identificar correlações entre atividade e composição e agrupar amostras.


Cronograma:
27/fev   Introdução / bases da cromatografia em geral
01/mar cromatografia planar- papel e CCD
6/mar    prática 1-cromatografia planar- papel e CCD
8/mar    cromatografia em coluna eCCC
13/mar prática 2 - cromatografia em coluna
15/mar HPLC e UHPLC
20/mar GC
22/mar prova 1
27/ mar aplicações e usos de UV e IV
03/abril aplicações e usos de RMN
05/abril aplicações e usos espectrometria de massas
10/abril técnicas hifenadas  e metabolômica
12/abril seminários
17/ abril seminários
19/ abril prova 2
 


Bibliografia:
C. H. Collins, G. L. Braga, P. S. Bonato (2006) Fundamentos de cromatografia, Editora da Unicamp.

  1. M. Silverstein, F. X. Webster, D. J. Kiemle, Identificação Espectrométrica de Compostos Orgânicos – Editora LTC.E. Hoffmann, V. Stroobant, Mass Spectrometry: Principles and Applications, (2007) Ed. John Wiley &Sons.Artigos ligados aos temas abordados.