Disciplinas oferecidas no 2º semestre de 2017

NT225 - ESTRUTURAS SECRETORAS EM ANGIOSPERMAS – TURMA JLM

Créditos: 9
Horário: Segundas às sextas-feiras das 9 - 12H00 e das 14 - 17H00 
Local/Sala: IB-08
Período de oferecimento: 1ª metade do 2º semestre a partir de 07 a 16/08/2017.
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 3
Responsável: Juliana Lischka Sampaio Mayer
Colaborador: Aline Bertolosi Bombo
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções 

Programa:

EMENTA: Caracterização estrutural da célula secretora e conceitos de secreção em vegetais; Principais mecanismos de secreção, importância econômica e usos de secreções de origem vegetal; Caracterização estrutural dos diferentes tipos de estruturas secretoras, processos de ontogênese e diferenciação, distribuição nos grandes grupos vegetais, aspectos funcionais, com ênfase nas seguintes estruturas secretoras: tricomas glandulares, canais e cavidades secretoras, hidatódios, laticíferos, nectários florais e extraflorais; técnicas histoquímicas para o estudo de estruturas secretoras.

OBJETIVOS: Proporcionar ao aluno a capacidade de reconhecimento dos diferentes tipos de estruturas secretoras encontradas em angiospermas, bem como o entendimento de sua função no corpo vegetal. Além disso, serão apresentadas algumas ferramentas para os estudos das estruturas secretoras, como a triagem histoquímica para identificação do tipo de exsudato produzido. Como ferramentas de aprendizado, serão fornecidos os materiais vegetais, reagentes, lâminas e lamínulas para a preparação de lâminas histológicas e lâminas já prontas para observações em microscopia de luz.

AVALIAÇÃO. Método: aulas expositivas, aulas práticas em laboratório, realização do trabalho prático, leitura de literatura pertinente, debates e discussões. Critério: Participação nas atividades propostas, apresentação oral do projeto desenvolvido, entrega de relatório sobre o projeto na forma de um resumo expandindo.

Cronograma: 

07/08 (Segunda-feira):

  • Conceitos: secreção nos vegetais, modos de secreção, função e classificação das estruturas secretoras: ontogênese, estrutura e função
  • Caracterização morfológica e funcional das estruturas secretoras externas: Hidatódios, hidropótios e glândulas de sal e digestivas.

08/08 (Terça-feira) 

  • Caracterização morfológica e funcional das estruturas secretoras externas: nectários, coléteres, osmóforos e tricomas glandulares

09/08 (quarta-feira)

  • Caracterização morfológica e funcional das estruturas secretoras internas: Idioblastos, cavidades e canais secretores, Laticíferos
  • Estruturas secretoras: subsídios taxonômicos, importância ecológica e evolutiva.

10/08 (quinta-feira)

  • Relação localização x função das estruturas secretoras
  • Fixação e histoquímica para localização e identificação de metabólitos secundários.
  • Apresentação dos temas dos trabalhos.

11/08 (sexta-feira)

  • Preparação de amostras em laboratório.

14/08 (Segunda-feira)

  • Preparação de amostras em laboratório.

15/08 (terça-feira)

  • Dia livre para preparo do trabalho.

16/08 (Quarta-feira)

  • Apresentação do trabalho e entrega do relatório. 

Bibliografia: 
Bentley B., Elias T.S. 1983. The biology of nectaries. Columbia University Press, New York
Castro M.M., Machado S.R. 2006. Células e Tecidos Secretores. Pp. 179-203. In: Appezzato-da-Glória B., Carmello-Guerreiro S.M. (Eds.), Anatomia Vegetal, 2ª ed. Editora UFV, Viçosa.
Elias, T. S. 1983. Extrafloralnectaries: their structure and distribution. In: The biology of nectaries (Bentley, B. & Elias, T.S. - editors). Columbia University Press, New York. p. 174-203.
Evert R.F. 2006. Esau’s Plant Anatomy: meristems, cells, and tissues of the plant body – their structure, function, and development, 3ª ed. John Wiley & Sons, Inc., New Jersey.
Fahn, A. 1979.Secretory tissues in plants. Academic Press, New York, 302p.
Fahn, A. 1988.Secretory tissues in vascular plants. New Phytologist 108:229-257.
Fahn, A. 2000.Structure and function of secretory cells. Advances in Botanical Research 31:37-75.
Gahan, P.B. 1984. Plant histochemistry and cytochemistry. Academic Press, London.
Johansen, D.A. 1940. Plant microtechnique. McGraw-Hill, New York.
Langenheim, J.H. 2003. Plant Resins. Timber Press, Cambridge.
Lüttge, U. 1971. Structure and function of plant glands. Annual Review of Plant Physiology 22:23-44.
Nicolson, S.W., Nepi, M. &Pacini, E. 2007. Nectaries and Nectar. Springer, Dordrecht, Netherlands.
Roshchina, V.V. & Roshchina, V.D. 1993.The excretory function of higher plants. Springer-Verlag, Berlin
Vogel S. 1990. The role of scent glands in pollination: on the structure and function of osmophores. Washington: SmithsonianInstitutionLibraries. (Translatedby S.S. Renner).

 

 

NT226 - CITOTAXONOMIA E EVOLUÇÃO DE FANERÓGAMAS – TURMA ERM

Créditos: 6
Horário: Quintas-feiras das 9 - 12H00 e das 14 – 17H00
Local/Sala: IB-09
Período de oferecimento: Todo o 2º semestre a partir de 03/08/2017.
Vagas: 8
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Eliana Regina Forni Martins
Estudantes especiais: Não aceita

Programa: 
Introdução – coleta de materiais para estudos cromossômicos
Estrutura da cromatina e do cromossomo
Mitose.  Utilização de caracteres cariotípicos na taxonomia (parte 1)
Utilização de caracteres cariotípicos na taxonomia (parte 2)
Utilização de caracteres cariotípicos na taxonomia (parte 3)
Bandamento/ Cariótipo e Ideograma
FISH 
Alterações cromossômicas numéricas
Meiose. Cromossomos e biologia da reprodução.
Alterações cromossômicas estruturais.
Tamanho do genoma
Evolução cariotípica
Seminários (apresentação dos alunos)
 Perspectivas da Citotaxonomia.
 
Cronograma: 
Quintas-feiras, Período: 9 às 12:00h e das 14 às 17:00h. 

Bibliografia: 
APPLES, R.; MORRIS, R.; GILL, B.S. & MAY, C.E. 1998. Chromosome Biology. Boston, Kluwer Academic Publishers.
BORZAN, Z. & SCHLARBAUM, S.E. (ed.)1993. Cytogenetic studies of Forest trees and shrubs species – contributions by members of the IUFRO cytogenetics Working Party. Zagreb, Hrvatske Sume, Sumarski fakultet Sveucilista.
CLARK, M.S. & WALL, W.J. 1996. Chromosomes – the complex code. Oxford, Chapman & Hall.
DARLINGTON, C.D. & LA COUR,L.F. 1976. The handling of chromosomes. London, George Allen & Unwin Ltda.
DYER, A. 1979. Investigating chromosomes. London, Edward Arnold.
GUERRA, M. 1988. Introdução à Citogenética Vegetal. Rio de Janeiro, Editora Guanabara S.A.
GUERRA, M. & SOUZA, M.J. 2002. Como observar cromossomos. Ribeirão Preto, FUNPEC.
GUERRA, M. 2004. FISH – Conceitos e aplicações na Citogenética. Ribeirão Preto, Sociedade Brasileira de Genética.
HENRIQUES-GIL, N.; PARKER, J.S. & PUERTAS, M.J. (eds.). 1997. Chromosomes today, vol 12. London, Chapman & Hall.
JAHIER, J. 1996. Techniques of Plant Cytogenetics. Enfield, Science Publishers, Inc.
JOHN, B. & LEWIS, K.R. 1979. Hierarquia cromossômica: introdução à Biologia dos cromossomos. Rio de Janeiro, LTC; São Paulo, EDUSP.
JONES, R.N. & REES, H. 1982. B Chromosomes. London, Academic Press.
KING, M. 1995. Species evolution – the role of chromosome change. Cambridge, Cambridge University Press.
LEITCH, A.R.; SCHWARZACHER, T.; JACKSON, D. & LEITCH, I.J. 1994. In situ hybridization: a practical guide. Oxford, BIOS Scientific Publishers Limited.
LEVIN, D.A. 2002. The role of chromosomal change in plant evolution. Oxford, Oxford University Press.
LODISH, H.; BERK, A.; KAISER, C.A.; KRIEGER, M.; SCOTT, M.P.; BRETSCHER, A.; PLOEGH, H.; MATSUDAIRA, P. 2008. Molecular Cell Biology. 6aed. New York, freeman and Company.
MOORE, D.M. 1976. Plant Cytogenetics. London, Chapman and Hall.
NT226/ UNICAMP
RIEGER, R.; MICHAELIS, A.; GREEN, M.M. 1976. Glossary of Genetics and Cytogenetics. 4a ed. Berlin, Springer-Verlag.
ROGATTO, S.R. 2000. Citogenética sem risco: biossegurança e garantia de qualidade.Ribeirão Preto, FUNPEC-RP.
SHARMA, A. & SEN, S. 2002. Chromosome Botany. Enfield, Science Publishers, Inc.
SHARMA, A.K. & SHARMA, A. 1994. Chromosome techniques: a manual. Chur (Switzerland), Hardwood Academic Publishers.
SHARMA, A.K. & SHARMA, A. 1999. Plant chromosomes – analysis, manipulation and engineering. Amsteldijk, Harwood Academic Publishers.
SCHWARZACHER, T. & HESLOP-HARRISON, P. 2000. Practical in situ hybridization. Oxford, BIOS Scientific Publishers Limited.
STEBBINS, G.L. 1971. Chromosomal evolution in higher plants. London, Edward Arnold Publishers, Ltda.
SUMNER, A.T. 1990. Chromosome banding. London, Unwin Hyman.
SUMNER, A.T. 2003. Chromosomes – organization and function. Malden, Blackwell Publishing.
SWANSON, C.P.; MERZ, T.; YOUNG, W.J. 1969. Citogenética. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo.
SWANSON, C.P.; MERZ, T.; YOUNG, W.J. 1981. Cytogenetics. The chromosomes in division, inheritance and evolution. Englewood Cliffs, Prentice-Hall, Inc.
WHITE, M.J.D. 1977. Os cromossomos. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo.
REVISTAS:
Serão selecionados artigos para leitura em diversos periódicos, como:
Annals of Botany                                                                           Cytologia
American Journal of Botany                                                     Chromosome Research
Botanical Journal of the Linnean Society                              Genetics and Molecular Biology
Caryologia                                                                                        Plant Systematics and Evolution
Cytogenetic and Genome Research                                       Taxon                                etc
ÍNDICES DE NÚMEROS CROMOSSÔMICOS:
Estão disponíveis no Laboratório de Biossistemática vários volumes de:
FEDOROV, MOORE, GOLDBLATT, GOLDBLATT & JOHNSON.
e no site http://www.mobot.org

 

 

NT236 - TEORIA E PRÁTICA DA SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA (CLADÍSTICA) – TURMA AOS

Créditos: 9
Horário: Segundas-feiras 9 - 12H00 e das 14 – 17H00
Local/Sala: IB10, nas demais semanas no IB-06
Período de oferecimento: Todo o 2º semestre a partir de 31/07/2017.
Vagas: 15
Mínimo de alunos: 7
Responsável: André Olmos Simões
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções 

Programa: 
A disciplina será dividida em dois núcleos de três horas, a cada duas semanas. A maioria das aulas matinais será teórica, com aulas práticas intercaladas no período da tarde para o uso de programas de computador de uso rotineiro em estudos de sistemática filogenética e desenvolvimento de procedimentos rotineiros em laboratório de sistemática molecular. O conteúdo programático da disciplina foi dividido da seguinte forma, para um total de dez aulas:

 

Aula 1 (07/08/2017)  teórica (manhã)

Tarde: Apresentação da disciplina. Introdução aos conceitos teóricos em sistemática filogenética: ancestralidade e derivação, homologia, sinapomorfias e plesiomorfias, monofilia, parafilia, polifilia, convergências e paralelismos, árvores filogenéticas. Desenho experimental de estudos filogenéticos..

 

Aula 2 (14/08/2017) – teórica (manhã e tarde)

Caracteres e estados de caráter. Fontes de caracteres não-moleculares e moleculares para reconstrução filogenética. Rotinas de laboratório em sistemática molecular: da extração de DNA ao sequenciamento

 

Aula 3 (28/08/2017) – prática no Laboratório Taxonomia Vegetal (manhã)

Extração de DNA total

 

Aula 4 (04/09/2017) – teórica (manhã); Laboratório Taxonomia Vegetal (tarde)

Manhã: Construção de matrizes de dados. Alinhamento de matrizes: princípios e métodos. Modelos evolutivos: princípios e aplicações.

Tarde: Amplificação de regiões do genoma pela reação da cadeia de polimerase (PCR); quantificação dos resultados em gel de agarose. Montagem e alinhamento de matrizes de dados com o uso dos programas Mesquite e Mega

 

Aula 5 (25/09/2017) - teórica (manhã); laboratório informática (tarde)

Manhã: Introdução aos métodos de inferência filogenética: métodos de distância, parcimônia, máxima verossimilhança e inferência bayesiana. Reconstrução filogenética pelo critério de máxima parcimônia: princípios, métodos e estudos de caso.

Tarde: Prática de reconstrução filogenética por máxima parsimônia pelo uso dos programas PAUP e PAUPUp

 

Aula 6 (09/10/2017) - teórica (manhã); laboratório informática (tarde)

Manhã: Reconstrução filogenética por máxima verossimilhança: princípios, métodos e estudos de caso.

Tarde: Seleção de modelos evolutivos (jModeltest) e reconstrução filogenética por máxima verossimilhança (PAUP  e RAxML).

 

Aula 7 (23/10/2017) - teórica (manhã); laboratório informática (tarde)

Manhã: Reconstrução filogenética por inferência bayesiana: princípios, métodos e estudos de caso.

Tarde: Prática - reconstrução filogenética por inferência bayesiana (MrBayes).        

 

Aula 8 (30/10/2017)  - teórica (manhã); laboratório informática (tarde)

Manhã: Expansão dos métodos filogenéticos: reconstrução de estados de caráter ancestrais, datação molecular e biogeografia histórica.

Tarde: Prática em reconstrução de estados de caráter ancestrais

 

Aula 9 (06/11/2017) - teórica (manhã); laboratório informática (tarde)

Manhã: princípios de filogenômica, e aplicação de métodos de NGS.

Tarde: análise de dados de NGS.

 

Aula 10 (20/11/2017) - teórica (manhã); laboratório informática (tarde)

Manhã: continuação da aula 08 - princípios de filogenômica, e aplicação de métodos de NGS.

Tarde: análise de dados de NGS.

 

Pré-requisitos: Não serão exigidos pré-requisitos para esta disciplina.

 

Cronograma: 

Apresentação geral: Desde a proposição de seus princípios teóricos e metodológicos por Hennig na década de 1950, a sistemática filogenética (cladística) têm se consolidado como uma ferramenta essencial no estudo das relações entre seres vivos. O desenvolvimento de metodologias em biologia molecular com o uso da seqüência de nucleotídeos do DNA e RNA como fonte de caracteres, aliado à franca expansão da bioinformática a partir da década de 1990, alçaram os estudos nesta área a um novo patamar, tornando-a uma das mais promissoras dentro das ciências biológicas. O considerável número de filogenias publicadas nos últimos 15 anos envolvendo representantes de praticamente todas as famílias de angiospermas trouxe mudanças significativas nos sistemas de classificação até então propostos, além de possibilitar estudos integrados de biologia evolutiva, biogeografia histórica, filogenômica e evo-devo.

Objetivos: Em linhas gerais, este curso tem por objetivo fornecer aos estudantes de pós-graduação um conhecimento teórico-prático sobre os princípios da sistemática filogenética (cladística) e métodos de reconstrução de relacionamentos filogenéticos baseados nos critérios de parsimônia, máxima verossimilhança e inferência bayesiana. Espera-se que, ao final do curso, os alunos sejam capazes de ler e redigir artigos científicos em sistemática filogenética, construir matrizes de dados moleculares e não-moleculares e utilizar programas para reconstrução filogenética, como PAUP, GARLI, BEAST e MrBayes.

Conteúdo: O curso focará na apresentação da metodologia cladística e de seus conceitos fundamentais, complementado por aulas práticas onde os alunos terão a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos ao utilizar diferentes programas de computador e rotinas de laboratório.

Avaliação: Os alunos serão avaliados pelo desempenho geral nas atividades práticas programadas e pela entrega de trabalho prático, escrito na forma de artigo científico nos moldes do periódico Molecular Phylogenetics and Evolution, ao final da disciplina.

Bibliografia: 
Amorim, D.S. 1994. Elementos básicos de sistemática filogenética. Sociedade Brasileira de Entomologia, São Paulo, Brasil.
Baum, D.A.; Smith, S.W. & Donovan, S.S.S. 2005. The tree-thinking challenge. Science 310:979-980.

Besse, P. (ed.) 2014. Molecular plant taxonomy: methods and protocols. Springer, New York, USA.

Crisp, M.D. & Cook, L.G. 2005. Do early branching lineages signify ancestral traits? Trends in Ecology and Evolution 20(3): 122-128.

Graur, D. & Li, W. 2000. Fundamentals of molecular evolution (2nd ed.). Sinauere Associate, Sunderland, Massachusetts, USA.

Hall, B.G. 2004. Phylogenetic trees made easy: A How-To Manual (2nd ed.). Sinauer Associates, Sunderland, Massachusetts, USA.

Hillis, D.M., C. Moritz e B.K. Mable. 1996. Molecular systematics (2nd ed.). Sinauer Associates, Sunderland, Massachusetts, USA.

Judd, W.S.; Campbell, C.S.; Kellogg, E.A.; Stevens, P.F. & Donoghue, M.J. 2009. Sistemática vegetal: um enfoque filogenético. 3ª. edição. Artmed Editora, Porto Alegre, RS.

Maddison, W.P. & Maddison, D.R. 2003. MESQUITE, A Modular System for Evolutionary Analysis. Disponível on-line em: http://mesquiteproject.org

Matioli, S.R. (ed.) 2001. Biologia molecular e evolução. Editora Holos, Ribeirão Preto, Brasil.

Metwally, S.E.; Ouda, O.M. & Helmy, M. 2014. Next generation sequencing Technologies and challenges in sequence assembly. Springer, New York, USA.

Ronquist, F. & Huelsenbeck, J.P. 2003. Mr Bayes 3: Bayesian phylogenetic inference under mixed models. Bioinformatics, 19: 1572-1574.

Ronquist, F.; Huelsenbeck, J.P. & van der Mark, P. 2005. MrBayes 3.1 manual. Disponível em: http://mrbayes.csit.fsu.edu/
Roux, K.H. 1995. Optimization and troubleshooting in PCR. PCR Methods and applications 4: 185-194.

San Mauro, D. et al. 2010. Molecular systematics: a synthesis of the common  methods and the stage of knowledge. Cellular & Molecular Biology Letters 15: 311-341.

Soltis, P.S., D.E. Soltis e J.J. Doyle. 1998. Molecular systematics of plants II: DNA sequencing. Kluwer Acad. Publ., Boston, USA.

Soltis, D.E., P.S. Soltis, P.K. Endress e M.W. Chase. 2005. Phylogeny and evolution of angiosperms. Sinauer Associates, Sunderland, Massachusetts, USA.

Swofford, D.L. 2000. PAUP*: Phylogenetic analysis using parsimony, version 4.0b. Sinauer Associates, Sunderland, Massachussets.

 

 

NT265 - TÓPICOS ESPECIAIS EM BIOLOGIA VEGETAL III – TURMA FRM
Tema: Introdução à filosofia das ciências da natureza

Créditos: 4
Horário: Sextas-feiras 14 - 17H00
Local/Sala: IB-14
Período de oferecimento: Todo o 2º semestre a partir 04/08/2017.
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 10
Responsável: Fernando Roberto Martins
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções 

Programa:

Conceitos de ciência e suas implicações do ponto de vista de várias correntes filosóficas. O iluminismo: os primeiros iluministas na Biologia. A teoria científica e sua construção. A construção do conhecimento: racionalismo crítico, realismo epistemológico e idealismo subjetivo. Tipos de inferências e hipóteses. O que é lógico é verdadeiro: a validade do conhecimento científico por demonstração (Aristóteles, Bacon, Popper e outros). Se lhe parece, é verdade: a validade do conhecimento científico por descrição (Newton e outros positivistas). Todo conhecimento é apenas verossímil: a validade do conhecimento científico por autocorrigibilidade (Popper e o falibismo). A boa questão científica como fundamento de toda pesquisa científica. Tipos de hipóteses e inferências. A crítica da ciência pela filosofia.

Cronograma:  
AGOSTO
04 Introdução geral à disciplina. Formação dos grupos de alunos.
TEORIA: Conceitos de ciência e suas implicações I.
11 TEORIA: Conceitos de ciência e suas implicações II
18 TEORIA: Kant e o iluminismo I.
25 TEORIA: Kant e o iluminismo II. Os primeiros iluministas da Biologia.

SETEMBRO
01 TEORIA: A construção da teoria científica. Racionalismo crítico, realismo epistemológico e idealismo subjetivo.
15 TEORIA: Tipos de inferências e hipóteses I.
Atividade prática: DISCUSSÃO DE TEXTOS.
HERCULANO-HOUZEL S. Cozinho, logo existo. Folha de São Paulo, Caderno Ilustríssima, 21/07/2013.
COSTA F.A.P.L. 2013. A hipótese do cozimento e a evolução humana. Observatório da Imprensa 770. Disponível em

www.observatoriodaimprensa.com.br?news/view/_ed770_a_hipotese_do_cozimento_e_a_evolucao_humana
22 TEORIA: Tipos de inferências e hipóteses II.
Atividade prática: DISCUSSÃO DE TEXTO
SCHWARTSMAN H. 2012. A força do hábito. Folha de São Paulo, Caderno Ilustríssima, 10/06/2012.
29 TEORIA: A validade do conhecimento científico por demonstração (Aristóteles, Bacon, Popper e outros).
Atividade prática: DISCUSSÃO DE TEXTO.
SCHWARTSMAN H. A mitologia das ideias. Folha de São Paulo, Caderno Ilustríssima, 04/03/2012.

OUTUBRO
06 TEORIA: A validade do conhecimento científico por descrição (Newton e outros positivistas). A validade do conhecimento científico por autocorrigibilidade (Popper e o falibilismo).
Atividade prática: DISCUSSÃO DE TEXTO.
MIOTO R. 2015. Físico tenta mapear tipos de viés que assolam mente humana. Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, 28/11/2015. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/ciencia/2015/11/1712364-fisico-tenta-mapear-tipos-de-viés-que-assolam-mente-humana.shtml
20 TEORIA: A boa questão científica.
Atividade prática: DISCUSSÃO DE TEXTO.
COSTA F.A.P.L. 2014. Sobre ideias, hipóteses e teorias científicas. Observatório da Imprensa 829. Disponível em: www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/sobre_ideias_hiptoeses_e_teorias_cientificas

27 TEORIA: A crítica da ciência pela filosofia.

NOVEMBRO
10 Atividade prática: discussão do filme
JONES P. 2002. Galileu – a batalha pelo céu. Matemático, filósofo, astrônomo, herege e pai. Documentário. Produzido por David Axelrod nos estúdios da PBS Distribution. Distribuído por Scientific American Brasil. DVD. 113 min. NTSC. Colorido.
17 Aula prática: O iluminismo e discussão do filme
NIMOY L. 1986. Jornada nas estrelas IV – a volta para casa. Ficção científica. Produzido por Harve Bennett nos estúdios da Paramount Pictures Corporation. Distribuído por AMZ Mídia Industrial S.A. Blu-Ray. 119 min. NTSC. Colorido.
24 Aula prática: O kantismo e discussão do filme

KUBRICK S. 1968. 2001 – uma odisseia no espaço. Ficção científica. Produzido por Stanley Kubrick nos estúdios de Warner Brothers Intertainment Incorporation. Distribuído por Sony DADC Brasil. Blu-Ray. 148 min. NTSC. Colorido.

DEZEMBRO
01 Aula prática: O romantismo e discussão do filme
SCOTT R. 2007. Blade runner – o caçador de androides. Versão final do diretor. Ficção científica. Produzido por Michael Delly & Ridley Scott nos estúdios de Warner Brothers Entertainment Incorporation. Distribuído por AMZ Mídia Industrial S.A. Blu-Ray. 117 min. NTSC. Colorido.
 
Bibliografia: 
ABRANTES P.C. (org.) 2011. Filosofia da biologia. Porto alegre, Artmed.
ANDERY M.A., MICHELETTO N., SÉRIO T.M.P., RUBANO D.R., MOROZ M., PEREIRA M.E., GIOIA S.C., GIANFALDONI M., SAVIOLI M. R. & ZANOTTO M.L. 20112. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 16ª ed. Rio de Janeiro, Editora Garamond.
APPOLINARIO, F. 2006. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa. 2ª ed. São Paulo, Editora Cengage Learning.
BASTOS C.L. & CANDIOTTO K.B.B. 2008. Filosofia da ciência. Petrópolis, Editora Vozes.
BRAGA, M.; GUERRA, A. & REIS, J.C. 2003. Breve história da Ciência moderna. Vol. 1: Convergência de saberes (Idade Média). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
BRAGA, M.; GUERRA, A. & REIS, J.C. 2004. Breve história da Ciência moderna. Vol. 2: Das máquinas do mundo ao universo-máquina (séc. XV a XVII). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
BRAGA, M.; GUERRA, A. & REIS, J.C. 2005. Breve história da Ciência moderna. Vol. 3: Das Luzes ao sonho do doutor Frankenstein (séc. XVIII). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
BRAGA, M.; GUERRA, A. & REIS, J.C. (em impressão). Breve história da Ciência moderna. Vol. 4: A Belle-Époque da Ciência (séc. XIX). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
BRAGA, M.; GUERRA, A. & REIS, J.C. (em impressão). Breve história da Ciência moderna. Vol. 5: Quanta, genes e bytes: o universo em pedaços (séc. XX). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
FOUREZ, G. 1995. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das ciências. São Paulo: Editora UNESP.
FREIRE-MAIA N. 1990. A ciência por dentro. Rio de Janeiro, Editora Vozes.
FRENCH S. 2009. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre, Artmed Editora.
GILES, T.R. 1995. A filosofia e as ciências exatas ou naturais. São Paulo, Editora Pedagógica e Universitária Ltda.
GOTTLIEB A. 2007. O sonho da razão: uma história da filosofia ocidental da Grécia ao Renascimento. Rio de Janeiro, Editora DIFEL.
GOTTSCHALL, C.A.M. 2004. Do mito ao pensamento científico: a busca da realidade, de Tales a Einstein. São Paulo, Editora Atheneu; Porto Alegre, Fundação Universitária de Cardiologia.
JAPIASSU H. 2007. Como nasceu a ciência moderna e as razões da filosofia. Rio de Janeiro, Imago.
LOSEE, J. 2000. Introdução histórica à filosofia da ciência. Belo Horizonte, Editora Itatiaia.
MARTINS, R.P. & MARI, H. (org.) 2002. Universos do conhecimento. Belo Horizonte, FALE-UFMG.
MAYR, E. 1998. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília: Editora Universidade de Brasília.
MAYR E. 2005. Isto é biologia. São Paulo, Companhia das Letras.
OLIVA, A. 2003. Filosofia da ciência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda.
VOLPATO, G.L. 2013. Ciência: da filosofia à publicação. 6ª ed. São Paulo, Best Writing.

 

 

NV435 - MECANISMOS MOLECULARES DO DESENVOLVIMENTO REPRODUTIVO VEGETAL – TURMA MCD

Créditos: 5
Horário: Terças-feiras 13 - 17H00
Local/Sala: Sala 19 do Depto. de Biologia Vegetal
Período de oferecimento: Todo o 2º semestre a partir de 08/08/2017.
Vagas: 15
Mínimo de alunos: 2
Responsável: Marcelo Carnier Dornelas
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções 

Programa: 
Mecanismos reprodutivos em plantas: Conceitos Básicos e histórico
Vias de transdução de sinais e percepção de estímulos ambientais indutores do florescimento
Diferenciação do meristema da inflorescência e dos meristemas florais
Determinação da identidade dos órgãos florais
Diferenciação do perianto (sépalas, pétalas, tépalas)
Diferenciação dos estames
Diferenciação dos carpelos
Mecanismos moleculares controladores do tamanho e distribuição dos órgãos florais
Mecanismos moleculares reguladores da simetria e polaridade dos órgãos florais
Evolução do desenvolvimento floral e a evolução floral em angiospermas
Regulação molecular do desenvolvimento do saco embrionário e dos grãos de pólen
Polinização, fertilização e apomixia
 
Cronograma: 
Data  Assunto

08/08 Mecanismos reprodutivos em plantas: Conceitos Básicos e histórico
15/08 Vias de transdução de sinais e percepção de estímulos ambientais indutores do florescimento
22/08 Diferenciação do meristema da inflorescência e dos meristemas florais
29/08 Determinação da identidade dos órgãos florais
05/09 Semana da Pátria, não haverá aula
12/09 Diferenciação do perianto (sépalas, pétalas, tépalas)
19/09 Diferenciação dos estames
26/09 Diferenciação dos carpelos
03/10 Primeira Avaliação Geral
10/10 Mecanismos moleculares controladores do tamanho e distribuição dos órgãos florais
17/10 Mecanismos moleculares reguladores da simetria e polaridade dos órgãos florais
24/10 Evolução do desenvolvimento floral e a evolução floral em angiospermas
31/10 Regulação molecular do desenvolvimento do saco embrionário e dos grãos de pólen
07/11 Polinização, fertilização e apomixia
14/11 Segunda Avaliação Geral

Bibliografia:

Westhoff P, Jeske H, Jürgens G, Kloppstech K, Link G. 1998. Molecular Plant Development, Oxford Press, 272p. Howell SH. 1998. Molecular Genetics of Plant Development, Cambridge University Press, 365p. Leyser O, Day S. 2003. Mechanisms in Plant Development, Blackwell Publishing, 241p. Lewin, B. 2000. Genes VII. Oxford University Press. 990p.

 

 

NV438 - EVOLUÇÃO DO DESENVOLVIMENTO VEGETAL – TURMA MCD

Créditos: 6
Horário: Terças-feiras 9 - 12H00
Local/Sala: Sala 19 do Depto. de Biologia Vegetal
Período de oferecimento: Todo o 2º semestre a partir de 08/08/2017.
Vagas: 15
Mínimo de alunos: 2
Responsável: Marcelo Carnier Dornelas
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções 

Programa: 
Conceitos básicos em Evolução e Histórico
Estrutura das Teorias Evolutivas: Darwiniana, Lamarkiana e Equilíbrio Pontuado de Gould
Paleobotânica
Bases moleculares do desenvolvimento vegetal: modelos e ferramentas
Embasamento teórico da Evodevótica; Evolução dos processos de desenvolvimento
Origem e evolução das folhas
Teorias sobre a origem das flores
Evolução da família MADS-box de fatores de transcrição
Modelos atuais sobre a evolução das flores
Fatores que influenciam a diversidade floral
Evolução da família TCP e evolução da zigomorfia floral
Mecanismos moleculares da  evolução mofológica em plantas
Evolução do desenvolvimento vegetal em um contexto pós-genômica
 
Cronograma: 
Data  Assunto

08/08 Conceitos básicos em Evolução e Histórico
15/08 Estrutura das Teorias Evolutivas: Darwiniana, Lamarkiana e Equilíbrio Pontuado de Gould
22/08 Paleobotânica
29/08 Bases moleculares do desenvolvimento vegetal: modelos e ferramentas
05/09 Semana da Pátria, não haverá aula
12/09 Embasamento teórico da Evodevótica; Evolução dos processos de desenvolvimento
19/09 Origem e evolução das folhas
25/09 Primeira Avaliação Geral
03/10 Teorias sobre a origem das flores
10/10 Evolução da família MADS-box de fatores de transcrição
17/10 Modelos atuais sobre a evolução das flores
24/10 Fatores que influenciam a diversidade floral
31/10 Evolução da família TCP e evolução da zigomorfia floral
07/11 Mecanismos moleculares da  evolução mofológica em plantas
14/11 Evolução do desenvolvimento vegetal em um contexto pós-genômica
21/11 Segunda Avaliação Geral

Bibliografia: 
Taylor, T.; Taylor, E.; Krings, M. 2009. Paleobotany: The Biology and Evolution of Fossil Plants. Elsevier, 1230pp.
Leyser O, Day S. 2003. Mechanisms in Plant Development, Blackwell Publishing, 241p.
Lewin, B. 2008. Genes IX. Jones and Barlett. 892p.
Willis, K.J.; McElwain, J.C. 2002. The Evolution of Plants. Oxford University Press, 378pp.
ARTIGOS ESPECÍFICOS, EM PERIÓDICOS DA ÁREA, RECOMENDADOS EM CADA AULA