Disciplinas oferecidas no 1º semestre de 2018

NE181 - ECOLOGIA QUÍMICA – TURMA JRT (CANCELADA)

NE320 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ECOLOGIA - TML

Tema: Evolução conceitual da Ecologia de Comunidades no escopo da Ecologia do século 21

 

Créditos: 3
Horário: Quartas-feiras 15 - 19H00  - INÍCIO 02/05/18
Local/Sala:  IB10 (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o piso)

Período de oferecimento: 2ª metade do 1º semestre

Vagas: 15
Mínimo de alunos: 8
Responsável: Thomas Michael Lewinsohn
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:
Marcos para a ecologia de comunidades, desde a Teoria de Equilíbrio de Biogeografia de Ilhas. Paradigmas e problemas centrais. Relações com campos tradicionais, especialmente Ecologia de Ecossistemas e Biogeografia. Relações com novos campos, como Macroecologia e Ciência da Biodiversidade. Impacto de novos métodos experimentais e analíticos.

Cronograma:  Leitura e discussão crítica de textos

Bibliografia:
Artigos da literatura científica, 1967-2017
Scheiner, S. M., & Willig, M. R. (eds.) (2011). The theory of ecology. Univ Chicago Press
Loreau, M. 2010. From populations to ecosystems: theoretical foundations for a new ecological synthesis. Princeton Univ Press
Vellend, M. (2016). The Theory of Ecological Communities. Princeton Univ Press

 

NE380 - ECOLOGIA DA DISPERSÃO DE SEMENTES - WRS

Observação: a disciplina terá conteúdo somente teórico e será realizada no campus da UNESP de Rio Claro, em parceria com o Programa de Ecologia daquela universidade. Os alunos deverão arcar com as despesas de transporte e estadia em Rio Claro. A avaliação será feita com um ensaio de até 20 páginas sobre um tema pertinente ao escopo da disciplina.

 

Créditos: 4
Horário: Segunda a sexta das 8 - 12H00
Local/Sala:  Instituto de Biociências, Unesp, Rio Claro

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre (12/03 a 06/04/2018)

Vagas: 20
Mínimo de alunos: 3
Responsável: Wesley Rodrigues Silva
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:
Estrutura, função e evolução de diásporos. Síndromes e mecanismos de dispersão. Interações comportamentais, ecológicas e evolutivas entre plantas e agentes dispersores. Conseqüências ecológicas da dispersão de sementes e implicações para a conservação. Padrões complexos e redes de interações frugívoro-plantas.

Cronograma:
12-16/03/2018: parte teórica ministrada na Unesp de Rio Claro
17/03-06/04/2018: elaboração e entrega de ensaio sobre tema relacionado ao escopo da disciplina; conversas com o responsável da disciplina como apoio à elaboração do ensaio estarão disponíveis neste período.


Bibliografia:
Bascompte J. & Jordano, P. (2014). Mutualistic networks. Princeton, Princeton Univ. Press, 206 p.

Dennis, A. J. et al. (2007). Seed dispersal: theory and its applications in a changing word. Wallingford, CABI International, 684 p.

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Fleming, T. H. & Estrada, A. (eds.) 1993. Frugivory and seed dispersal: ecological and evolutionary aspects. (Vegetatio 107/108). Dordrecht, Kluwer Academic Publ., 392 p.

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Snow, B. & Snow, D. 1988.  Birds and berries. Calton, T & AD Poyser, 268 p.

 

NE441 - TÓPICOS EM ECOLOGIA - VFM

 

Tema: Análises espaciais em padrão de pontos para populações de plantas
 
Créditos: 4
Horário: Segunda a sexta das 9 – 12H00 e das 14 - 17H00
Local/Sala: IB11 (Prédio da CPG-IB, BL O, 2o piso). Exceto na tarde do dia 28/02, que será na sala IB10.

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre (26/02 a 02/03/2018)
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Valéria Forni Martins
Colaboradores: Flavio Antonio Maës dos Santos
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:

  • Apresentação da disciplina e introdução à estrutura espacial de populações de plantas.
  • Processos ecológicos por trás da estrutura espacial.
  • Introdução a análises espaciais em padrão de pontos.
  • Análise de dados univariados usando-se o modelo nulo de aleatoriedade espacial completa (CSR).
  • Análise de dados univariados heterogêneos.
  • Análise de dados bivariados.
  • Análise de dados com marcas qualitativas usando-se o modelo nulo de random labelling e random labelling
  • Análise de dados com marcas quantitativas usando-se funções de correlação entre marcas.


Cronograma:
Aulas presenciais entre 26/02 a 02/03/2018, das 09h às 12h e das 14h às 17h. Realização extra-classe de projeto de pesquisa, a ser entregue na primeira quinzena de abril.

Bibliografia:

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Velázquez, E.; Paine, C.E.T.; May, F. & Wiegand, T. 2015b. Linking trait similarity to interspecific spatial associations in moist tropical forest. Journal of Vegetation Science 26: 1068-1079.

Virillo, C.B. 2010. Influência do microhabitat e da densidade e distância de vizinhos na demografia de populações de espécies arbóreas. Tese de Doutorado, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

Xu, X.; Harwood, T.D.; Pautasso, M. & Jeger, M.J. 2009. Spatio-temporal analysis of an invasive plant pathogen (Phytophthora ramorum) in England and Wales. Ecography 32: 504-516.

Wang, X.; Hao, Z.; Ye, J.; Zhang, J. Li, B. & Yao, X. 2008. Spatial pattern of diversity in an old-growth temperate forest in Northeastern China. Acta Oecologica 33: 345-354.

Wang, X.; Ye, J.; Li, B.; Zhang, J.; Lin, F. & Hao, Z. 2010. Spatial distributions of species in an old-growth temperate forest, northeastern China. Canadian Journal of Forest Research 40: 1011-1019.

Wang, X.; Wiegand, T.; Swenson, N.G.; Wolf, A.T.; Howe, R.W.; Hao, Z.; Lin, F.; Ye, J. & Yuan, Z. 2015. Mechanisms underlying local functional and phylogenetic beta diversity in two temperate forests. Ecology 96: 1062-1073.

Wang, X.; Wiegand, T.; Kraft, N.J.B.; Swenson, N.B.; Davies, S.J.; Hao, Z.; Howe, R.; Lin, Y.; Ma, K.; Mi, X.; Su, S.-H.; Sun, I-F. & Wolf, A. 2016. Stochastic dilution effects weaken deterministic effects of niche-based processes in species rich forests. Ecology 97: 347-360.

Wiegand. T.; Gunatilleke, C.V.S.; Gunatilleke, I.A.U.N. & Okuda, T. 2007. Analyzing the spatial structure of a Sri Lankan tree species with multiple scales of clustering. Ecology 88: 3088-3102.

Wiegand, T.; Huth, A. & Martínez, I. 2009. Recruitment in tropical tree species: Revealing complex spatial patterns. The American Naturalist 174: E106-E140.

Wiegand, T. & Moloney, K.A. 2004. Rings, circles, and null-models for point pattern analysis in ecology. Oikos 104: 209-229.

Wiegand, T. & Moloney, K.A. 2014. Handbook of Spatial Point-Pattern Analysis in Ecology. Taylor & Francis Group, Boca Raton. 538 p.

Wright, S.J. 2002. Plant diversity in tropical forests: a review of mechanisms of species coexistence. Oecologia 130: 1-14.

Yu, H.; Wiegand, T.; Yang, X.H. & Ci, I.J. 2009. The impact of fire and density-dependent mortality on the spatial patterns of a pine forest in the Hulun Buir Sandland, Inner Mongolia, China. Forest Ecology and Management 257: 2098-2107.

Zhu, Y.; Comita, L.S.; Hubbell, S.P. & Ma, K. 2015. Conspecific and phylogenetic density-dependent survival differs across life stages in a tropical forest. Journal of Ecology 103: 957-966.

 

NE441 - TÓPICOS EM ECOLOGIA - MS

Tema: Fundamentos e Fronteiras em Ecologia da Polinização IV
Disciplina oferecida em colaboração com a Unesp/Botucatu.
 
Créditos: 4
Horário: Segunda a sexta das 8H30 – 17H30
Local/Sala: IB11 (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o piso)

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre (de 19 a 23/02/2018)
Vagas: 40 (Pós-graduação e graduação)
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Marlies Sazima

Professores Colaboradores: Dr. Carlos E. P. Nunes – UNICAMP; Dr. Pietro K. Maruyama – UNICAMP; Dr. André R. Rech – UFVJM; Dr. Felipe W. Amorim – UNESP/Botucatu; Dra. Kayna Agostini – UFSCar/Araras; Dr. Paulo Eugênio Oliveira – UFU; Dra. Ana Paula Moraes – UFABC; Dra. Ana Paula S. Caetano – UFU; Dra. Francismeire J. Telles – UFU; Dra. Marina Wolowski – UNIFAL/MG; Dr. Vinicius L. G. Brito – UFU; M.Sc. Pedro J. Bergamo – UNICAMP

Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Ementa:

Vamos abordar o papel dos polinizadores na evolução dos sistemas sexuais, mecanismos reprodutivos e morfologia floral. Estratégias reprodutivas em angiospermas e evolução de sistemas de polinização generalistas e especialistas. Redes de interações e macroecologia da interação entre plantas e polinizadores. Evolução floral mediada por polinizadores. Aspectos cognitivos dos polinizadores e evolução floral. Estudos cromossômicos na compreensão de barreiras reprodutivas e na formação de novas espécies.


Programa:
Carga horária:
60 horas; disciplina condensada de 19 a 23 de fevereiro de 2018

Objetivo:
A disciplina tem como objetivo trazer uma abordagem ampla sobre a biologia reprodutiva de angiospermas com enfoque na ecologia e evolução das interações entre plantas e polinizadores.

Aulas

  1. Desenvolvimento histórico do campo de pesquisa
  2. A flor e ciclo de vida das angiospermas
  3. Controle genético da formação da flor e sua origem evolutiva
  4. Os recursos & atrativos florais
  5. Sistemas de Polinização
  6. Sistemas sexuais, sistemas de acasalamento e sistemas de incompatibilidade
  7. Sistemas florais
  8. Apomixia
  9. Ecologia da disponibilidade de recursos florais
  10. Ecologia cognitiva da polinização
  11. Seleção natural sobre atributos florais mediada por polinizadores
  12. Ecologia e evolução de sistemas de polinização: o continuum especialização-generalização
  13. Redes de interações plantas-polinizadores: estrutura, padrões e processos
  14. Montagem de comunidades a partir das interações planta-polinizador
  15. Macroecologia e Biogeografia da Polinização
  16. Polinização em agroecossistemas
  17. Papel de híbridos e poliplóides no processo de especiação

Avaliação
A avaliação será feita a partir do desenvolvimento de um ensaio teórico supervisionado por um ou mais professores. Após o desenvolvimento do ensaio, estes serão submetidos a avaliação pelos outros professores da disciplina.

Cronograma:

Segunda (19/02)
08:30-09:00 - Apresentações (todos os presentes)
09:00 - 10:00 - Desenvolvimento histórico do campo de pesquisa (Prof. Dr. Paulo Eugênio Oliveira)
10:30 - 12:00 - A flor e ciclo de vida das angiospermas (Dra. Ana Paula S. Caetano)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Controle genético da formação da flor e sua origem evolutiva (Prof. Dra. Ana Paula de Moraes)
16:00 - 17:30 - Os recursos & atrativos florais (Dr. Carlos E. P. Nunes)

Terça (20/02)
08:30 - 10:00 - Sistemas de Polinização (Me. Pedro Bergamo)
10:30 - 12:00 - Sistemas sexuais (hermafroditismo, dioicia, monoicia, etc), sistemas de acasalamento (autogamia, geitonogamia, alogamia) e sistemas de incompatibilidade (gametofítico, esporofítico e de ação tardia) (Prof. Dr. Vinícius Brito).
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Sistemas florais (hercogamia, heterostilia, enantiostilia, heteranteria, dicogamia, etc) (Prof. Dr. Vinícius Brito)
16:00 - 17:30 - Apomixia (Dra. Ana Paula S. Caetano)

Quarta (21/02)
08:30 - 10:00 - Ecologia da disponibilidade de recursos florais (Me. Pedro Bergamo)
10:30 - 12:00 - Ecologia cognitiva da polinização (Dra. Francismeire Telles)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Seleção natural sobre atributos florais mediada por polinizadores (Prof. Dr. Felipe W. Amorim)
16:00 - 17:30 - Ecologia e evolução de sistemas de polinização: o continuum especialização-generalização (Prof. Dr. André R. Rech)

Quinta (22/02)
08:30 - 10:00 - Redes de interações plantas-polinizadores: estrutura, padrões e processos (Dr. Pietro K. Maruyama)
10:30 - 12:00 - Montagem de comunidades a partir das interações planta-polinizador (Prof. Dra. Marina Wolowski)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Macroecologia e Biogeografia da Polinização (Prof. Dr. André R. Rech/ Dr. Pietro K. Maruyama)
16:00 - 17:30 - Polinização em agroecossistemas (Kayna Agostini)

Sexta (23/02)
08:30 - 10:00 - Papel de híbridos e poliplóides no processo de especiação (Prof. Dra. Ana Paula de Moraes)
10:30 - 12:00 - Proposta e discussão de ensaios teóricos (todos)
12:00 - 14:00 - almoço
14:00 - 15:30 - Discussão entre estudantes e professores sobre os ensaios teóricos (todos)
16:00 - 17:30 - Avaliação, Fechamento e Confraternização (todos)
 

Bibliografia:
Chittka, L.; Thompson, J.D. 2001. Cognitive Ecology of Pollination: Animal Behaviour and Floral Evolution. Cambridge, Cambridge University Press.

Dafni A.; Kevan P.; Husband B.C. 2005. Pollination ecology: a practical approach. Enviroquest Ltd, Cambridge, Ontario, Canada.

Faegri, K.; van der Pijl, L. 1979. The Principles of Pollination Ecology. 3rd ed. Oxford, Pergamon Press.

Harder, L.D.; Barret, S.C.H. 2006. Ecology and Evolution of flowers. New York, Oxford University Press.

Proctor, M.; Yeo, P.; Lack, A. 1996. The Natural History of Pollination. London, Harper Collins.

Rech, A. R., Agostini, K., Oliveira, P. E., & Machado, I. C. 2014. Biologia da polinização. Projecto Cultural.

Waser, N.M.; Ollerton, J. 2006. Plant-Pollinator Interactions: From Specialization to Generalization. Chicago,The University Chicago Press.

Willmer, P. 2011. Pollination and floral ecology. Princeton University Press.

 

NE441 - TÓPICOS EM ECOLOGIA – TURMA DML

Tema: Ecologia Global e Mudanças Climáticas

Créditos: 4
Horário: Segundas a Sextas  09  - 17H00
Local/Sala: IB05 (19, 20 e 27/03), IB11 (21, 22, 23 e 28/03), IB08 (26/03)

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre a partir de 19 a 28/03/2018
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 5
Responsável: David Montenegro Lapola

Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:

  • Dia 1: Introdução: uma visão integrada do sistema terrestre e seus componentes: atmosfera, litosfera, hidrosfera, criosfera, biosfera, antroposfera. O que é o planeta terra? Gaia ou Nêmesis?: Leituras 1 a 5.
  • Dia 2: Balanço e distribuição global de energia. Como e por que`T=15ºC? Porque não somos uma grande bola de neve e nem uma sauna? Leituras 6 a 10.
  • Dia 3: Ciclos biogeoquímicos globais: H2O, C, N, P, Microelementos. O que limita a produtividade no sistema terrestre? Leituras 11 a 15.
  • Dia 4: O efeito estufa (natural e antrópico). Mudanças climáticas e mudanças não-climáticas. A Terra está mudando ou estamos mudando a Terra? Leituras 16 a 20.
  • Dia 5: Consequências para distribuição e funcionamento dos ecossistemas globais (incl. fogo natural). Catástrofe ou resiliência? Leituras 21 a 25.
  • Dia 6 : Uso do solo, mudanças de uso da terra, agricultura e cidades frente às mudanças climáticas. Uso do solo é “caça” ou “caçador”? Leituras 26 a 30.
  • Dia 7: Cenários ambientais futuros, mitigação e adaptação (energias alternativas, engenharia de mudanças climáticas). Existe uma saída fácil pra essa enrascada? Leituras 31 a 35.
  • Dia 8: Introdução à modelagem do sistema terrestre e Síntese Geral. Como um joguinho de computador pode ajudar? Leituras 36 a 40.


Cronograma:  08/Mar/2017 - 26/Abr/2017

Bibliografia:
ASSAD, E; PINTO, H.S. (Eds.). Aquecimento global e a nova geografia da produção agrícola no Brasil. EMBRAPA & UNICAMP, São Paulo, 2008. 83 p.

AVISSAR, R.; DIAS, P.L.S.; DIAS, M.A.F.S.; NOBRE, C.A. The large-scale biosphere-atmosphere experiment in Amazonia (LBA): insights and future research needs. Journal of Geophysical Research, v. 107(D20): 2729-2742, 2002.

BOWMAN, D. M. J. S.; et al. Fire in the Earth System. Science, 324: 481-484, 2009.

BUCKERIDGE, M. S. (Ed.). Biologia & Mudanças Climáticas no Brasil. São Carlos, RiMa, 2010. 295 p.

BRASIL, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Plano Nacional de adaptação à mudança do clima – Sumário Executivo. MMA, Brasília, 2016.

CANADELL, J.G.; PATAKI, D.E.; PITELKA, L.F. (Eds.). Terrestrial Ecosystems in a Changing World. Springer, Berlim, 2007. 336 p.

COSTANZA, R., et al. The value of the world’s ecosystem services and natural capital. Nature, 387: 253-260, 1997.

COX, P. et al. 2000. Acceleration of global warming due to carbon-cycle feedbacks in a coupled climate model. Nature, 408: 184-187, 2000.

FEDDEMA, J. et al. The importance of land-cover change in simulating future climates. Science, 310: 1674-1678.

FIELD, C. B.; RAUPACH, M. R. (Ed.). The global carbon cycle. Washington: Island Press, 2004.

GEIST, H.; E. LAMBIN. Proximate causes and underlying driving forces of tropical deforestation. Biosciences, 52: 143-150.

HARTMANN, D. L. Global physical climatology. Academic Press, San Diego, 1994. 411 p.

HEAVENS, N. G. et al. Studying and projecting climate change with Earth System Models. Nature Education Knowledge, 4:4, 2013

INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE (IPCC). The Fourth Assessment Report (parts I, II, & III). Cambridge, Cambridge University Press, 2007.

KELLER, D.P. et al. Potential climate engineering effectiveness and side effects during a high carbon dioxide-emission scenario. Nature Communications, 5: 3304, 2014.

LAMBIN, E.F.; GEIST, H. J.  Land-use and land-cover change: local processes and global impacts. Springer, Berlin. 2006.

LAPOLA, D. et al. Pervasive transition of the Brazilian land-use system. Nature Climate Change, 4: 27-35, 2014.

LENTON, T, et al. Tipping elements in the Earth’s climate system. Proc. Natl. Acad. Sci. USA, 105: 1786-1893, 2007.

LE QUERE, C. et al. Global carbon budget 2016. Earth Syst. Sci. Data: 8, 605–649, 2016.

LOVELOCK, J. E. A physical basis for life detection experiments. Nature, 207: 568-570, 1965.

LOVEJOY, T. E.; HANNAH, L. Climate change and biodiversity. New Haven, Yale University Press, 2005. 418 p.

MORAN, E. F. Deforestation and land use in the Brazilian Amazon. Human Ecology 21: 1-21, 1993.

NOBRE, C. A. Land use and climate change risks in the Amazon and the need for a novel sustainable development paradigm. Proc. Natl Acad. Sci. 113: 10759-10768, 2016.

ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos de Ecologia. 5ª Ed. Thomson, São Paulo, 2007. 612 p.

PONGRATZ, J. et al. Effects of anthropogenic land cover change on the carbon cycle of the last millennium, Global Biogeochem. Cycles 23, GB4001, doi:10.1029/2009GB003488, 2009.

RAMANKUTTY, N. et al. Geographic distribution of global agricultural lands in the year 2000. Global Biogeochemical Cycles, 22: GB1003, doi:10.1029/2007GB002952, 2008.

SAGAN, C.; THOMPSON, W. R.; CARLSON, R.; GURNETT, D.; HORD, C. A search for life on Earth from the Galileo spacecraft. Nature, 365: 715-721, 1993.

SOARES-FILHO, B. S., et al. Modelling conservation in the Amazon basin. Nature, 440: 520-523, 2006.

Steffen, W.; Sanderson, A.; Tyson, P.D.; et al. Global change and the Earth system: a planet under pressure. Springer, Berlim, 2005.

THOMAS, C. D.; CAMERON, A.; GREEN, R. E.; et al. Extinction risk from climate change. Nature, 427: 145-148, 2004.

 

NE450 - ESTUDOS QUANTITATIVOS DE POPULAÇÕES – TURMA SFR

 

Créditos: 3
Horário: Segundas a Sextas das 09 - 11H00  e 14 - 16H00

Local/Sala: IB10 - Dias 26/03 e 02/04 

                  IB11 - Dias 27/03,   04 a 05/04,  11 a 12/04

                  IB05 - Dias 28/03 Manhã   e   09 a 10 /04 

                  IB10 - Dia 28/03 Tarde

                  IB06 - Dias 06/04  e  13/04

Período de oferecimento: metade do semestre a partir de 26/Mar a 13/Abr/2018.
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Sergio Furtado dos Reis
Estudantes especiais: Não aceita

Programa:  O delineamento do programa visa desenvolver uma forma organizada
de pensar sobre fenômenos e processos ecológicos.

 

Cronograma:  O cronograma evoluirá segundo a nossa capacidade de pensar de
forma organizada sobre fenômenos e processos ecológicos.


Bibliografia:
J. Roughgarden, J. 1996. Theory of Population Genetics and Evolutionary Ecology: An Introduction. Prentice Hall; T. Case. 1999. An Illustrated Guide to Theoretical Ecology. Oxford University Press; A. de Roos. 2014. Modeling Population Dynamics. Institute for Biodiversity and Ecosystem Dynamics, Amsterdam.

 

NE451 - ECOLOGIA DE ORGANISMOS - PSO

 

Créditos: 3
Horário: Segunda a sexta das 08 - 12H00  e  14 – 18H00
Local/Sala: IB11 (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 2o piso)

Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre a partir de 05/03 a 23/03/2018 (Aula Presencial de 05 a 16/03/2018)

Vagas: 25
Mínimo de alunos: 10
Responsável: Paulo Sérgio Moreira Carvalho de Oliveira
Colaboradores: André Victor Lucci Freitas
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:

A disciplina NE451 - Ecologia de Organismos consiste de aulas teóricas sobre ecologia comportamental, incluindo formulação de hipóteses, experimentação, análise filogenética, técnicas de observação, elaboração de projetos, aspectos éticos, e redação de manuscritos. Os alunos desenvolvem trabalhos práticos com a elaboração de repertórios comportamentais e etogramas quantitativos de animais em cativeiro.


Cronograma:

Período da disciplina - 5 a 16 de março de 2018

Introdução ao estudo do comportamento
Conceitos em Etologia
Métodos de estudo
Desenho experimental
Redação e publicação de pesquisa
Aspectos éticos
Filogenia e comportamento
Etogramas
Prática de etogramas I - qualitativo (7.30 -16 hs) - Zoológico de Sorocaba
Prática de etogramas II - quantitativo (7.30 -16 hs) - Zoológico de Sorocaba
Apresentação do trabalho prático

Bibliografia:
Alcock, J. 2009. Animal behavior. An evolutionary approach. Sinauer, Sanderland, MA. 9th Edition. Dawkins, R. 1989. The selfish gene. 2nd ed. Oxford University Press, Oxford. Dugatkin, L.A. 2009. Principles of Animal Behavior. W. W. Norton & Company. 2nd edition. Krebs, J.R., Davies, N.B., West, S.A. 2012. An Introduction to Behavioural Ecology. Wiley-Blackwell, Oxford. 4th edition. Lehner, P.N. 1998. Handbook of Ethological Methods. Garland STPM Press, New York. 2nd edition. Martin, P. & Bateson, P. 2007. Measuring behaviour. An introductory guide. Cambridge University Press, Cambridge. Wilson, E.O. 1975. Sociobiology: The new synthesis. Harvard University Press, Cambridge, MA. Amorin, D. 2002. Fundamentos de sistemática filogenética. Holos Editora. Wiley, E.O., D. Siegel-Causey, D.R. Brooks & V.A. Funk. 1991. The complete cladist. A primer of phylogenetic procedures. THE UNIVERSITY OF KANSAS, Special Publication no. 19. x+158pp (available at http://taxonomy.zoology.gla.ac.uk/teaching/CompleatCladist.pdf).

 

NE452 - DIVERSIDADE E ESTRUTURA DE COMUNIDADES - MFP

 

Créditos: 3
Horário: Quintas e Sextas das  09 - 12H00  e  14 - 17H00
Local/Sala: a definir

Período de oferecimento: metade do semestre a partir de 19/Abr  a  11/Mai/2018
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Mathias M. Pires / Martin Francisco Pareja Piaggio

Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa: Nessa disciplina vamos discutir a base conceitual e teórica e os métodos usados no estudo de padrões e processos em comunidades ecológicas. Serão abordados os seguintes temas: história do estudo e do conceito de comunidade; escala e os limites de comunidades ecológicas; métodos e amostragem; métricas de diversidade; distribuições de abundância; padrões espaciais de diversidade; interações ecológicas; estrutura de redes ecológicas; dinâmica populacional e interações; formação de comunidades

Cronograma:

Aula 1. Principais conceitos e os limites das comunidades (19/04 M)

Aula 2. Biodiversidade: estimadores, composição e distribuições de abundância (19/04 T)

Aula 3. Discussão de artigos I: Biodiversidade (20/04 M)

Aula 4. Aula prática I: caracterizando a diversidade (20/04 T)

Aula 5. Métodos para o estudo de padrões ecológicos (26/04 M)

Aula 6. Padrões espaciais (26/04 T)

Aula 7. Discussão de artigos II: Padrões espaciais (27/04 M)

Aula 8. Aula prática II: caracterizando a variação entre comunidades (27/04 T)

Aula 9. Estudo de processos ecológicos em comunidades (03/05 M)

Aula 10. Interações ecológicas e dinâmica populacional (03/05 T)

Aula 11. Redes ecológicas (04/05 M)

Aula 12. Aula prática III: estrutura de redes ecológicas (04/05 T)

Aula 13. Formação de comunidades: integrando processos (10/05 M)

Aula 14. Discussão de artigos III: formação de comunidades (10/05 T)

Aula 15. Seminários (11/05 M)

Aula 16. Seminários (11/05 T)

 

Avaliação:

Exercícios semanais e seminário final

Bibliografia principal:

Vellend, M. (2016). The Theory of Ecological Communities. Princeton Univ Press

Mittelbach, G. G. (2012). Community Ecology. Sinauer

Magurran, A. (2004). Measuring Biological Diversity. Wiley

Pascual, M. Dunne, J. (2006). Ecological Networks. Oxford Univ Press

Levin, S. A. (2009). Princeton Guide to Ecology. Princeton Univ Press

 

 

 


NE453 - TEORIA E DESENHO DE PESQUISA EM ECOLOGIA - GQR

 

Créditos: 3
Horário: Segundas, Quartas e Sextas das 9 - 12H00

Local/Sala: IB06 (segundas e sextas-feiras), IB05 (quartas-feiras)

Período de oferecimento: 2ª metade do 1º semestre a partir de 14/Mai a 08/Jun/2018 (Presencial de 14 a 30/Mai/2018)
Vagas: 25
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Gustavo Quevedo Romero
Estudantes especiais: Não aceita

Programa, cronograma e bibliografia (clique aqui)


 

NE454 - DINÂMICA DE ECOSSISTEMA - SAV

 

Créditos: 3
Horário: Segunda a sexta-feira, das 9h - 12H00

Local/Sala: IB06 (segundas, terças, quintas e sextas-feiras), IB05 (quartas-feiras)

Período de oferecimento: 2ª metade do 1º semestre a partir de 11 a 29/Jun/2018.
Vagas: 30
Mínimo de alunos: 10
Responsável: Simone Aparecida Vieira
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:
Formação geológica do planeta; escalas de abordagem para o estudo dos ecossistemas; estrutura dos ecossistemas (características abióticas do sistema, componentes biológicos, interação entre os componentes bióticos e abióticos, plasticidade e variabilidade da estrutura dos ecossistemas); funcionamento dos ecossistemas (fluxo de energia e matéria nos ecossistemas e os processos internos associados à manutenção dos ecossistemas; fatores limitantes do meio; eficiência do uso de nutrientes; diversidade funcional); processos associados à paisagem; resiliência dos ecossistemas.

 

Cronograma:
1a- 3a Aula - Formação geológica do planeta; escalas de abordagem para o estudo dos ecossistemas; estrutura dos ecossistemas (características abióticas do sistema, componentes biológicos, 

4a - 6a Aula - Interação entre os componentes bióticos e abióticos, plasticidade e variabilidade da estrutura dos ecossistemas);

7a - 9a Aula - funcionamento dos ecossistemas (fluxo de energia e matéria nos ecossistemas e os processos internos associados à manutenção dos ecossistemas;

9a 12a Aula - fatores limitantes do meio; eficiência do uso de nutrientes; diversidade funcional);

13a - 15a Aula - processos associados à paisagem; resiliência dos ecossistemas.

 

Bibliografia:
CHAPIN, F.S., III, P.A. MATSON, and H.A. MOONEY. 2002. Principles of Terrestrial Ecosystem Ecology. Springer-Verlag, New York. MELILLO, J.M., FIELD, C.B., MOLDAN, B. Interactions of the major biogeochemical cycles. SCOPE 61, Island press, 2003. SCHULZE, E.D., HEIMANN, M., HARRISON, S., HOLLAND, E., LLOYD, J., PRENTICE, I.C., SCHIMEL, D.S. Global Biogeochemical Cycles in the Climate System. 1st Edition, Academic Press, 2001.

 

NE458 - A EVOLUÇÃO DE POPULAÇÕES E ESPÉCIES ATRAVÉS DO FLUXO GÊNICO - FP

 

Créditos: 4
Horário: Quarta e sexta das 14 - 18H00
Local/Sala: IB05 (Prédio da CPG-IB, Bloco O, 1o piso)

Período de oferecimento: 2ª metade do 1º semestre a partir do dia 02/05/2018
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 3
Responsável: Fabio Pinheiro
Estudantes especiais: aceita - solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

Programa:
A evolução é um fenômeno que ocorre em nível populacional. Neste contexto, o papel do fluxo gênico na evolução de populações, linhagens e espécies tem ganho uma importância cada vez maior nos estudos de ecologia evolutiva. O principal objetivo desta disciplina é apresentar como a evolução de populações e espécies pode ser moldada pelo fluxo gênico, considerando o contexto histórico dos estudos envolvendo as trocas gênicas até ideias contemporâneas que têm reforçado o papel criativo desta força evolutiva. Apesar de grande parte dos exemplos serem baseados em estudos conduzidos com espécies de plantas, grande parte dos processos que serão discutidos são universais para diferentes grupos de organismos. Uma parte das aulas será dedicada à exposição do assunto a ser discutido na aula, e a outra parte será dedicada a discussão de textos escolhidos, para que os alunos se familiarizem com a literatura publicada para o tema.

Cronograma:
Aula 1 (02/05) - Breve histórico dos estudos sobre fluxo gênico. Forças evolutivas e sua dinâmica: mutação, seleção natural, fluxo gênico e deriva genética;
Aula 2 (04/05) - Atividade com textos da disciplina;
Aula 3 (09/05) - Fluxo gênico e os conceitos de espécies;
Aula 4 (11/05) - Atividade com textos da disciplina;
Aula 5 (16/05) - O papel dos elementos do espaço geográfico na limitação do fluxo gênico;
Aula 6 (18/05) - Biologia reprodutiva de Angiospermas e o papel de diferentes vetores bióticos e abióticos na dispersão do polen;
Aula 7 (23/05) - Fluxo gênico: a dispersão de sementes e seu impacto na estruturação genética de populações de plantas;
Aula 8 (25/05) - Atividade com textos da disciplina;
Aula 9 (06/06) - A evolução do isolamento reprodutivo entre linhagens e espécies;
Aula 10 (08/06) - Atividade com textos da disciplina;
Aula 11 (13/06) - Hibridação natural I: histórico dos estudos sobre hibridação;
Aula 12 (15/06) - Hibridação natural II: o papel da hibridação na origem e coesão de espécies;
Aula 13 (20/06) - Hibridação natural III: o conceito do genoma poroso e mutualistas genômicos;
Aula 14 (22/06) - Apresentação de estudos sobre fluxo gênico;
Aula 15 (27/06) - Avaliação final com seminário para apresentação de projetos.

Bibliografia:
Antonelli A, & Sanmartín I (2011) Why are there so many plant species in the Neotropics? Taxon 60: 403–414.

Arnold ML (2007) Evolution through Genetic Exchange. Oxford, Oxford University Press

Harder LD, Barrett SCH (2007) Ecology and Evolution of Flowers. Oxford, Oxford University Press.

Jong T, Klinkhamer P (2005) Evolutionary Ecology of Plant Reproductive Strategies. Cambridge, Cambridge University Press.

Petit RJ, Excoffier L (2009) Gene flow and species delimitation. Trends in Ecology & Evolution 24: 386-393.

Schemske DW (2010) Adaptation and the origin of species. The American Naturalist 176: S4-S25.

Schiestl FP, Johnson SD & Raguso RA (2010) Floral evolution as a figment of the imagination of pollinators. Trends in Ecology and Evolution 25: 382–383.

Schluter D (2001) Ecology and the origin of species. Trends in Ecology and Evolution 16: 372–380.

Wu CI (2001) The genic view of the process of speciation. Journal of Evolutionary Biology 14: 851–865.