Disciplinas oferecidas nas Férias de Verão e no 1º semestre de 2017

 


Disciplinas oferecidas no 1º semestre de 2017

Disciplinas oferecidas nas Férias de Verão de 2017


 

Área de Concentração em Biodiversidade Animal

BA006      Biologia Animal Geral (Obrigatória)

Ementa: Os ambientes da Terra. Sistemática, nomenclatura e filogenia. Origem e evolução dos metazoários. Comportamento animal. Conservação e biodiversidade.
 

Bibliografia:
1-BARNES, R. S. K.; CALOW, P. & OLIVE, P. J. W. 1995. Os Invertebrados. Uma nova síntese. Atheneu, São Paulo.

2-BRUSCA, R. C. & BRUSCA, G. J. 2007. Invertebrados. 2ª. Edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.

3-HICKMAN, J. R.; CLEVELAND, P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. 2004.

4-Princípios Integrados de Zoologia. 11ª. Edição. Editora Guanabara, Rio de Janeiro.

5-RUPPERT, E.E.; FOX, R.S. & BARNES, R. D., 2005. Zoologia dos

6-Invertebrados. Uma abordagem funcional-evolutiva. 7ª . Ed. Livraria Rocca Ltda. São Paulo.

7-POUGH, F.H.; JANIS, M.C. & HEISER, J.B. 2008. A vida dos Vertebrados. Atheneu.

8-ORR, R. T. 2000. A vida dos vertebrados. Roca.

 

Área de Concentração em Relações Antrópicas, Desenvolvimento, Meio Ambiente e Parasitologia

 BA004      Interações animais íntimas duráveis: Biologia e Evolução (Obrigatória)

Ementa: Diversidade das interações duráveis: o universo dos parasitos; biologia dos ciclos de vida dos parasitos; especialização nos parasitos; natureza fragmentar das populações e comunidades de parasitos; distribuição e diversidade no tempo; co-evolução hospedeiro/parasito. Interações duráveis e a biosfera: parasitismo e seleção sexual. Parasitos e comportamento animal; parasitos e regulação populacional dos hospedeiros. Mutualismo. Parasitismo e a humanidade: impacto das associações animais nas atividades humanas; história da parasitologia no mundo e no Brasil.

Obs: equivale a NP 002

 

 

BA001        Tópicos em Biologia Animal I

Ementa:  Palestras, seminários ou aulas especiais abordando temas atuais em Biologia Animal.

Obs: equivale a NP211.

Bibliografia: Recomendada pelo professor responsável pela disciplina no semestre, incluindo  publicações relevantes da área.

 

BA002        Tópicos em Biologia Animal II

Ementa:  Palestras, seminários ou aulas especiais abordando temas atuais em Biologia Animal

Obs: equivale a NP212.

 

Bibliografia: Recomendada pelo professor responsável pela disciplina no semestre, incluindo  publicações relevantes da área.

 

BA003            Técnicas para  diagnóstico automatizado de    enteroparasitoses

Ementa:  Estudo elementar de técnicas laboratoriais apropriadas para o uso de análise de imagens computadorizada de parasitos intestinais. Técnica coproparasitológica de coleta, homogeneização, preservação, transporte e processamento laboratorial. Técnicas computadorizadas de segmentação e classificação de imagens para fins diagnósticos, com o emprego de extração de descritores de forma, cor e textura. Automatização do exame coproparasitológico das fezes em humanos e possíveis avanços do diagnóstico automatizado para outras áreas.

 

Bibliografia: 

1- Duda RO, Hart PE, Stork DG. Pattern classification. Copyright by John Wiley & Sons, Inc., 2th edition, 2001;

2-Falcão AX, Suzuki CTN, Gomes JF, Papa JP, Dias LCS , Hoshino-Shimizu S. A system for diagnosis of intestinal parasites by computerized image analysis. PCT(USA)/Br2007/000272, 2008;

3-Falcão AX, Stolfi J, Lotufo RA. The image foresting transform: Theory, algorithms and applications. IEEE Trans. Pattern.  Anal. Mac. Int., 26:19-29; 2004;

4- Garcia LS. Diagnostic Medical Parasitology. Washington DC: ASM Press, 5th edition, 2007;

5-Gomes JF. Processamento de amostras fecais e desenvolvimento da técnica de análise de imagens por computador, para o diagnóstico das enteroparasitoses (Tese de doutorado). Instituto de Biologia da UNICAMP, 2008;
6-Gomes JF, Hoshino-Shimizu S, Dias LCS, Araujo AJSA, Castilho VLP, Neves FAMA. Evaluation of

a novel kit (TF-Test) for the diagnosis of intestinal parasitic infections. J. Clin. Lab. Anal. (USA), 18:132-138, 2004;

7-Gomes JF, Hoshino-Shimizu S,  Falcão AX. Recentes avanços tecnológicos no exame parasitológico de amostras de fezes. Rev. BioFarma,  3:44-53, 2008;

8-Gonzales RC and Woods RE. Digital image processing. Copyright by Addilson-Wesley Publishing Company, Inc., 1993;

9-Hoshino-Shimizu S, Gomes JF , Dias LCS. Inovação tecnológica no projeto, desenvolvimento e produção de kit diagnóstico (trabalho completo). In: 3° Cong. Bras. Gest. Desen. Prod., 1-6, 2001;

10-Hiatt RA and Markell EK. How many stool examinations are necessary to detect pathogenic intestinal protozoa. J. Trop. Med. Hyg, 53:36-39, 1995;

11-Lumina G, Bricarello PA, Gomes JF , Amarante AFT. The evaluation of the TF-Test kit for diagnosis of gastrointestinal parasite infections in sheep. Braz. J. Vet. An. Sci.,  43:496-501, 2006;

 12-Nazer H, Greer W, Sonnelly K, Mohamed AE, Yaish H and Kagalwalla PR. The need for three stool specimens in routine laboratory examinations for intestinal parasites. Br. J. Clin. Pract.,  47:76-78, 1973;

13-Rey L. Parasitologia. Guanabara Koogan S.A., 4ª edição, 2008.

 

 

BA005            Introdução à Acarologia

Ementa: Introdução. Origens e relações filogenéticas. Forma e função. Reprodução e embriogênese. Oviposição e ciclos de vida. Hábitos e habitats. Coleta, criação e preparação de espécimes. Classificação: Ordens: Opilioacarida, Holothyrida, Ixodida, Mesostigmata e Trombidiformes; Subordens: Endeostigmata e Oribatida.  Cohorte: Astigmatina.

 

Bibliografia:

1-FLechtmann, C.H.W. . Elementos de acarologia. Livraria Nobel. S.A., São Paulo.1976.

2-Krantz, G.W.  A Manual of Acarology. 2nd ed. Oregon State Universitiy Bookstores, Corvallis.1978.

3-Krantz, G.W. & Walter, D.E. (Eds.). A manual of Acarology. 3th ed. Texas Tech University Press, Lubbock, Texas.2009.

4-Moraes, G.J. & Flechtmann, C.H.W.  Manual de Acarologia. Holos, Editora, Ribeirão Preto. 2008.

Walter, D.E. & Proctor, H. C.  Mites. Ecology, evolution and Behaviour. CABI Publishing, CAB International, Wallingford, Oxon.1999.

5-Woolley, T.A.  Acarology. Mites and Human Welfare. John Wiley & Sons, New York. 1988.

 

BA007        Evolução de caracteres comportamentais, de       história de vida e ecológicos

Ementa: Aplicações do ferramental da Sistemática Filogenética para a incorporação da dimensão Filogenética (Histórica) em estudos comparativos interespecíficos de caracteres comportamentais, ecológicos e de história de vida. Utilização de reconstruções filogenéticas para a determinação de homologias, homoplasias, pontos de origem e padrão de derivação de caracteres ecológicos e comportamentais. Utilização de programas de computador em análises comparativas (e.g. Mesquite e R).

 

Bibliografia:

1-Butler, M.A.& King A.A.  Phylogenetic comparative analysis: a modeling approach for adaptive evolution. The American Naturalist, 164(6):683-695, 2004.

2-Brooks, D.R. & McLennan D.A. The Nature of Diversity. Univ. Chicago Press, 668 pp., 2002.

3-Diniz-Filho, J.A.F. . Métodos Filogenéticos Comparativos. Holos Editora. Ribeirão Preto. 162 p.,2000.

4-Harvey, P.H. & Pagel M.D. The comparative method in Evolutionary Biology. Oxford Univ. Press. Oxford. 239 p.,1991.

5-Kembel, S.W. et al.  Picante: R tools for integrating phylogenies and ecology. Bioinformatics. 26: 1463-1464, 2010.

6-King, A.A. & Butler, M.A.  Ouch: Ornstein-Uhlenbeck models for phylogenetic comparative hypotheses (R package), 2009. Disponível em: http:www.ouch.r-forge.r-project.org

7-Maddison, W.P. & Maddison D.R. 1996. MacClade home page. http:// phylogeny.arizona.edu/macclade/macclade.html.

8-Maddison, W.P. & Maddison D.R. Mesquite: A Modular System for Evolutionary Analysis. 2006.Version 1.12. Disponível em: http://www.mesquiteproject.org (The version number listed above might not be up to date). 15 Jul. 2007.

9-Paradis, E.C.J. & Strimmer K. APE: analyses of phylogenetics and evolution in R language. Bioinformatics 20: 289-290, 2004.

10-R DEVELOPMENT CORE TEAM 2008. R: A language and environment for statistical computing. R Foundation for Statistical Computing, Vienna, Austria. ISBN 3-900051-07-0, URL http://www.R-project.org.
11-Stearns, S.C. The evolution of life histories. Oxford Univ. Press. Oxford.1992.

12-Zar, J. H.  Biostatistical Analysis. Second Edition. Prentice-Hall International, Inc. New Jersey.1984.

 

BA008        Biologia e comportamento de anfíbios

Ementa: Aspectos da biologia e do comportamento dos anfíbios, com ênfase no estudo da biologia e ecologia reprodutiva de espécies brasileiras. Enfoque maior é dado ao grupo dos anuros, por serem esses os anfíbios predominantes na região neotropical.

 

Bibliografia:

1-Cochran, D. M.  Frogs of southeastern Brazil. Bulletin of the United States National Museum 206:1-423,1955.

2-Duellman, W. E.  Patterns of Distribution of Amphibians: A Global Perspective. The Johns Hopkins University Press, Baltimore, USA.1999.

3-Duellman, W. E., & Trueb L. Biology of Amphibians. McGraw-Hill, New York, New York, USA.1986.

4-Heatwole, H., & Sullivan B. K. Sullivan (eds.).. Amphibian Biology, vol. 2: Social Behaviour. Surrey Beatty & Sons, Chipping Norton, Australia. 1995.

5-Heyer, W.R.; Donnelly, M.A.; McDiarmid, R.W.; Hayek, L.C. & M.S. Foster.  Measuring and Monitoring Biological Diversity: Standard Methods for Amphibians. Smithsonian Institution Press, Washington, USA. 1994.

6-McDiarmid, R. W. & R. ALTIG.  Tadpoles: The Biology of Anuran Larvae. The University of Chicago Press, Chicago, USA. 1999.

7-Pough, F. H.; Andrews, R. M.; Cadle, J. E. Crump, M.L.; Savitzky, A. H. & K. D. Wells (eds.).  Herpetology. Prentice Hall, Upper Saddle River, NJ, USA. 1998.

8-Ryan, M. J. Anuran Communication. Smithsonian Institution Press, Washington, USA.2001.
Stebbins, R. C. & N. W. Cohen. A Natural History of Amphibians. Princeton University Press, Princeton, NJ, USA.1995.

9-Zug, G. R. Vitt, L. J. & J. P. Caldwell. Herpetology: An Introductory Biology of Amphibians and Reptiles. Second Edition. Academic Press, San Diego, CA, USA.2001.

Consultas aos periódicos: Copeia, Journal of Herpetology, Herpetologica, Amphibia-Reptilia, Herpetological Monographs, Herpetological Review, Herpetological Journal, Evolution, Animal Behaviour.

 

BA009             Diversidade de parasitos de peixes e interação parasito-hospedeiro-ambiente

Ementa: Estudo da diversidade de parasitos de peixes, buscando entender aspectos dos ciclos de vida, ecologia, distribuição, impactos dos parasitos sobre os hospedeiros e suas populações tanto em ambiente natural como em sistemas de criação.

 

Bibliografia:

1-Woo, P.T.K. Fish Diseases and Disorders, Volume 1: Protozoan and Metazoan Infections. Second Edition. CAB International, UK, 791 p., 2006.

2-Roberts, L., Jr; J. Janovy.  Foundations of Parasitology. McGraw-Hill Science/Engineering/Math; 8th ed. ,728 p.,  2008.

3-Thatcher, V.E. Amazon Fish Parasites. Amazoniana, Manaus, v. 11, n. 3/4, p. 263-572, 1991.

45Edward J. Noga. Fish Disease: Diagnosis and Treatment (Hardcover). Wiley-Blackwell; 1st edition 2000.
4-Jorge Eiras; Helmut Segner; Thomas Wahli. Fish Diseases (2 Vols.). Science Publishers. 2009
5-Eiras, J.C.; Takemoto, R.M.; Pavanello, G.C. - Diversidade dos parasitas de peixes de água doce do Brasil.Clichetec Gráfica e Editora, Maringá, 333p, 2010.
 

 

BA010      Abordagens integradas para avaliação da qualidade ambiental

Ementa:As principais ferramentas analíticas para a avaliação e monitoramento da qualidade ambiental e como as mesmas podem ser utilizadas de forma integrada gerando informações consistentes para tomada de decisões.

 

Bibliografia:

1-Artiola, J.F. et al. Enviromental Monitoring and Characterization. USA, Elsevier Academic Press. 2004.

2-Azevedo, F. & Chasin, A. As bases toxicológicas da Ecotoxicologia . São Carlos, RiMa, São Paulo, Intertox. 322p.,2003

3-CETESB. Relatórios de Qualidade de águas interiores. Disponível em: http://www.cetesb.sp.gov.br/relatorios

4-Hoffman, D. et. al.  Handbook of Ecotoxicology. Flórida, USA, CRC Press. 755 p.1995.

5-Knie, J.L.W. Testes ecotoxicológicos: métodos, técnicas e aplicações. Florianópolis, FATMA/GTZ, 289 p., 2004.

6-Ribeiro, L. R. et al. Mutagênese Ambiental. Canoas, Ed; ULBRA, 356p., 2003.

7-Meio ambiente: Resolução Federal CONAMA n°357 (2005) e 396 (2008) e Decreto Estadual 8468 (8/9/76), SMA 3 Estadual (2000) e SMA37 (2006)

8-Ministério da Saúde:  Federal: Portaria 518; Ministério da Saúde,  2004.

Mozeto, A.A., Umbuzeiro, G A. & Jardim, W.F. Métodos de Coleta, Análises físico-químicas e ensaios biológicos e ecotoxicológicos de sedimento de água doce. Cubo ed., 221 p., 2006.

9-Rand, G.M. Fundamentals of Aquatic Toxicology, USA, Ed. Taylor & Francis, 1995.
10-Umbuzeiro, GA & Lorenzetti, ML. Fundamentos da gestão da qualidade das águas superficiais, 1ª Ed. Limeira, SP, Unicamp, 11p., 2009.

11-Zagatto, P. & Bertoletti, E.. Ecotoxicologia Aquática – Princípios e aplicações. RiMa ed; 464p., 2006.

 

BA011            Biologia, sistemática  e ecologia de insetos       parasitóides

Ementa: Diversidade dos Himenóptera com enfoque nos grupos parasitóides. Estudos de Biologia e Ecologia. As Interações tri-tróficas: planta-inseto fitófago-parasitóide. Como parasitóides localizam seus hospedeiros. Estudos de campo e laboratório com enfoque em métodos de estudos.

 

 Bibliografia:

1-Achterberg, C. VAN. Parallelisms in the Braconidae (Hymenoptera) with special reference to the biology, p. 85-115. In: V. K. Gupta, (ed.). Advances in Parasitic Hymenoptera Research. Leiden, E. J. Brill, 546 p., 1988.

2-Gauld, I. D. The Ichneumonidae of Costa Rica, 1. Memoirs of the American Entomological Institute 47: 1-589, 1981.

3-Gauld, I. D. & B. Bolton.  The Hymenoptera. Oxford, Oxford University Press, 332 p., 1988.

Godfray, H. C. J.  Parasitoids: behavioral and evolutionary ecology. New Jersey, Princeton University Press, 437 p., 1994.

4-Gonsalez, H. D. & Ruíz D. B. 2000. Los braconidos (Hymenoptera: Braconidae) como grupo parametro de biodiversidade en las selvas deciduas de tropico: una discussion acerca de su posible uso. Acta Zoologica Mexicana (n.s.) 79: 43-56, 2000.

5-Hanson, P. E. & Gauld, I. D. (eds.).  The  Hymenoptera of  Costa Rica. Oxford, Oxford University Press.,1995.

6-Hartvigsen, G.; Wait, D.A. & Coleman, J.S. Tri-trophic interactions influenced by resource availability: predator effects on plant performance depend on plant resources. Oikos 74: 463-468, 1995.

7-Heil, M. & McKey, D.  Protective ant–plant interactions as model systems in ecological and evolutionary research. Annual Review of Ecology and Systematics 34:  425–453, 2003.

Hunter, M.D. & Price, P.W.  Playing chutes and ladders: heterogeneity and the relative roles of button-up and top-down forces in natural communities. Ecology 73(3): 724-732, 1992.

8-Lasalle, J. & Gauld , I. D.  Parasitic Hymenoptera and the biodiversity crisis. Redia 74(3):315-334, 1991.

9-Lasalle, J.  Parasitic Hymenoptera, biological control and diversity, p. 197-215. In: J. Lasalle & I. D. Gauld (eds.). Hymenoptera and Biodiversity. Wallingford, C.A.B. International, 347 p., 1993.

10-Lewis, C. N. & Whithfield,J. B.  Braconid wasp (Hymenoptera: Braconidae) diversity in forest plots under different silvicultural methods. Environmental Entomology 28(6): 986-997, 1999.

11-Matthews, W.  Biology of Braconidae. Annual Review of Entomology 19: 15-32, 1974.

12-Price, P.W.; Bouton, C.E.; Gross, P.; McPheron, B.A.; Thompson, J.N. & Weis, A.E.  Interactions among three trophic levels: influence of plant on interactions between insect herbivores and natural enemies. Annual Review of Ecology and Systematics 11:41–65, 1980.

 

BA012             Caracterização morfológica, biológica e            molecular      de Trypanosoma cruzi/doença de        Chagas/Triatominae

Ementa: Informações básicas sobre a diagnose clínica e parasitológica da doença de Chagas, abordando aspectos morfológicos, biológicos, imunológicos e moleculares referentes ao agente e ao paciente. Análise crítica dos trabalhos desenvolvidos nas modalidades estudadas e publicadas. Enfocar as dificuldades encontradas para a correta identificação de Trypanosoma cruzi, dado o grande número de espécies descritas nesse gênero, abordar aspectos ligados à cadeia epidemiológica da doença determinada por T. cruzi, bem como a diversidade de vetores. Reconhecimento dos principais gêneros e espécies de vetores. Trabalhos desenvolvidos para análise filogenética dos triatomíneos.

 

Bibliografia:

 

1 - Brener, Z.; Andrade, Z.A . Trypanosona cruzi e Doença de Chagas. 1ªed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,463p., 1979.

2 - Brener, Z.; Andrade, Z. A .; Barral–Neto, M. Trypanosoma cruzi e Doença de Chagas. 2ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,431p., 2000.

3 - Cadernos de Saúde Pública, Vol.16, Suppl. 2, 2000.

4 - CHAGAS, C. Nova Tripanosomiaze Humana. Estudos sobre morfologia e o ciclo evolutivo de Schizotrypanum cruzi n gen., n. sp., agente etiológico de nova entidade mórbida do homem. Mem. Inst. Oswaldo Cruz,  1:159-218, 1909.

5 - Carcavallo, R. U.; Girón, I.G.; Jurberg, J. & Lent, H. Atlas dos vetores da Doença de Chagas nas Américas. Vol. I, II e III, 1ª ed., Rio de Janeiro, FIOCRUZ, 1999.

6 - Hoare, C. A  Morphological and Taxonomic studies on mammallian trypanosomes. X. Revision of systematics. J. Protozool., 11: 200-207, 1964.

7 - Hoare, C. A. The Trypanosomes of Mammals. Blackwell Scientific Publications, Oxford, 1972.

8 - Hoare, C. A & Wallace, F. G. Developemental stages of Trypanosomatid flagellates: a new terminology. Nature (London), 212: 1385-1389, 1966.

9 - Kreier, J.P.; Baker, J.R. Parasitic Protozoa, Vol. I, 2ª ed., Califórnia, Academic Press, 1992.

10 - Lent, H.; Wygodzinsky, P. Revision of the Triatomine (Hemiptera: Reduviidae) and their significance as vectors of Chagas’s disease. Bull. A. Mus. Nat. Hist. 163: 123 - 520, 1979.

11 - Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Vol. 94, Suppl. I, 1999 (Special Issue)

12 - Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Vol. 94 (4) Jul./Ago. Páginas 427-576, 1999 (Special Issue)

13 - Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Vol. 94 (4) Jul./Ago. Páginas 437-594, 1999 (Special Issue)

14 - Pessoa, S.B. & Martins, A . V. Parasitologia Médica, 11ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1982.

15 - Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, Vol. 26, Suppl. II, 1993 (Número Especial)

16 - Rey. Parasitologia, 3ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2001.

17 - Coura, José Rodrigues. Dinâmica das Doenças Infecciosas e Parasitárias. Vol. 1 – Guanabara Koogan pág. 1.132,2005.

 

 BA013             Estudos cromossômicos aplicados a     citotaxonomia

Ementa: Caracteres cariotípicos. Métodos clássicos e moleculares de estudo cromossômico. Alterações cromossômicas, numéricas e estruturais, e evolução cariotípica. Aplicações e contribuições dos estudos cromossômicos à taxonomia e sistemática – estudo de casos; discussão de artigos científicos.

 

Bibliografia:

1 - Brown, T.A. Genomes. BIOS Scientific Publishers, Oxford, 1999.

2 - Clark, M.S. & Wall, W.J. Chromosomes – the complex code. Chapman & Hall, London, 1996.

3 - Green, D.M. & Sessions, S.K. (eds.) Amphibian cytogenetics and evolution. Academic Press, San Diego, 1991.   

4 - Guerra, M. S. Introdução à citogenética geral. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro,1988.

5 - Heslop-Harrison, J.S. & Flavell, R.B. The chromosome. Bios Scientific Publ., Oxford, 1994.

6 - King, M. Animal Cytogenetics, vol. 4., Chordata 2, Amphibia. Gerbrüder Borntraeger, Stuttgart and Berlin, 1990.

7- Lewin, B. Genes IX, 2008. Disponível em: (http://biology.jbpub.com/book/genes/ chapteroutlines.cfm).

8 - King, M. Species Evolution. The Role of Chromosome Change. Cambridge University Press, 1993.

9 - MacGregor, H.C.  An introduction to animal cytogenetics, Chapman & Hall, London, 1993.

10 - Sumner, A.T. Chromosome banding, Unwin & Hyman, London, 1990. 11 - Serão também utilizados artigos de periódicos científicos, tais como: Cytogenetic and Genome Research; Genetica; Chromosome Research, Heredity; Journal of Heredity; Journal of Cell Biology; Biology of the Cell; Chromosoma; Cell; Current Biology; Trends in Cell Biology; Current Opinion on Structural Biology; Current Opinion on Cell Biology; Molecular Phylogenetics and Evolution.

. 11 - Serão também utilizados artigos de periódicos científicos, tais como: Cytogenetic and Genome Research; Genetica; Chromosome Research, Heredity; Journal of Heredity; Journal of Cell Biology; Biology of the Cell; Chromosoma; Cell; Current Biology; Trends in Cell Biology; Current Opinion on Structural Biology; Current Opinion on Cell Biology; Molecular Phylogenetics and Evolution.

 

BA014           Conservação e saúde em anfíbios

Ementa: Temas centrais do estudo da biologia da conservação de anfíbios, com especial atenção para às questões relacionadas a possíveis impactos negativos causados por doenças, parasitas e contaminantes ambientais.

 

Bibliografia:

 

1 - Collins, J. P. & Crump, M. L.  Extinction in our times: global amphibian decline. Oxford University Press, New York, New York, USA. 304pp, 2009.

 2 - Garcia, P. C. A., Sawaya, R. J., Martins, I. A., Brasileiro, C., Verdade, V., Jim., Segalla, M.V., Martins, M., Rossa-Feres, D. C., Haddad, C. F. B., Toledo, L. F., Prado,  C. P. A., Berneck, B. M. & Araújo, O. G. S.  Anfíbios. In: Fauna ameaçada de extinção do estado de São Paulo. pp. 1-19, 2010.

3 - Molina et al. Anfibios de Venezuela: Estado del Conocimiento y Recomendaciones para su Conservación. Conservation International, 130 p.,2009.

4 - Pessier, A.P. and J.R. Mendelson (eds.).  A Manual for Control of Infectious Diseases in Amphibian Survival Assurance Colonies and Reintroduction Programs. IUCN/SSC Conservation Breeding Specialist Group: Apple Valley, MN. 2010.

4 - Toledo, L. F. Anfíbios como bioindicadores. In: Neumann-Leitão, S. & El-Dier, S. (Orgs.) Bioindicadores da qualidade ambiental. Recife: Instituto Brasileiro Pró-Cidadania. p. 196-208, 2009.

5 - Toledo, L. F. & Ribeiro, R. S. The archipelago of Fernando de Noronha: an intriguing malformed toad hotspot in South America. EcoHealth, 6:351-357, 2010.

6 - Toledo, L. F., Brito, F. B., Araújo, O. G. S., Giasson, L. O. M. & Haddad, C. F. B.  The occurrence of Batrachochytrium dendrobatidis in Brazil and the inclusion of 17 new cases of infection. South American Journal of Herpetology, 1:185-191, 2007.

 

BA015            Sistemática e taxonomia de Diptera         Muscomorpha

Ementa: Abordagem de ferramentas para caracterização morfológica e classificação de insetos da Infraordem Muscomorpha. Estudos sobre bionomia, ecologia e bases de sinantropia. Preparação de coleções entomológicas e de estruturas anátomo-morfológicas visando a identificação até nível de espécie. Bases moleculares para identificação de insetos e/ou populações.

 

Bibliografia:

1- Almeida, L.M., Ribeiro-Costa, C.S., Marinoni, L.  Manual de coleta, conservação, montagem e identificação de insetos. Ribeirão Preto: Holos Editora. 78p.,1998.

2- Amorim, D.S.  Elementos básicos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos. 276p.,1997.

3- Buzzi, Z.J., Miyazaki, R.D.  Entomologia didática. Curitiba: Editora UFPR. 262p.,1993.

4- Greenberg, B.  Flies and diseases. Ecology, classification and biotic association. Vol. 1. Princeton: Princeton University. 856p. ,1971.

5-Guimarães, J.H. & Papavero, N.  Myiasis in man and animals in the neotropical region: bibiographic database. Editora Plêide/FAPESP. 308 p., 1999.

6- Mc Alpine, J.F.; Peterson, B.V.; Shewell, G.E.; Teskey, H.J.; Vockeroth, J.R. & Wood, D.M.  Manual of Neartic Diptera. Vol. 1. Ottawa: Research Branch Agriculture Canada. 1981.

7-Mc Alpine, J.F.; Peterson, B.V.; Shewell, G.E.; Teskey, H.J.; Vockeroth, J.R. & Wood, D.M.  Manual of Neartic Diptera. Vol. 2. Ottawa: Research Branch Agriculture Canada.1981.

8- Matioli, S.R. (ed.).   Biologia Molecular e evolução. São Paulo, Editora Holos. 2001

 

 

BA016                        Tópicos em ecotoxicologia

Ementa: Apresentação de temas da área de ecotoxicologia, como: fontes de poluição ambiental, bioindicadores e biomarcadores, ferramentas metodológicas para avaliação do efeito de xenobióticos e outros agentes contaminantes do solo, de recursos hídricos e do ar. Fisiopatologia animal e contaminação ambiental.

 

Bibliografia:

 1- Fausto Antônio de Azevedo e Alice A. da Mattta Chasin (eds). As bases toxicológicas da ecotoxicologia. Eds. Fausto Antônio de Azevedo e Alice A. da Mattta Chasin. Ed. RIMA.

2- Pedro A. Zagatto e Eduardo Bertoletti (eds) . Ecotoxicologia aquática – Princípios e aplicações. Ed. RIMA, 2006.

3- Anne Kahru and Henri-Charles Dubourguier, Review: From ecotoxicology to nanoecotoxicology, Toxicology 269:105–119, 2010.

4 - Katarzyna Chojnacka. Review: Biosorption and bioaccumulation – the prospects for practical applications. Environment International 36: 299–307, 2010.

5 - Linkov, I. et al. Weight-of-evidence evaluation in environmental assessment: Review of qualitative and quantitative approaches. Science of the Total Environment, 407: 5199–5205, 2009.

*outros artigos e revisões em temas pertinentes à ecotoxicologia poderão ser indicados aos alunos pelos palestrantres da disciplina durante o seu desenvolvimento.

 

BA017             Imunoparasitologia

Ementa: Aspectos da resposta imunológica dirigida contra parasitas multicelulares e protozoários, mecanismos de evasão e conseqüências para o desenvolvimento de vacinas.

Bibliografia:

1-Maizels RM. Parasite immunomodulation and polymorphisms of the immune System. J. Biology 8:62, 2009.

2-Cremerl S & Sixt S. Analogies in the evolution of individual and social immunity. Phil. Trans. R. Soc. B 364, 129, 2009.

3-Cooper PJ. Interactions between helminth parasites and allergy. Curr Opin Allergy Clin Immunol.,9(1): 29, 2009.

4-Moreau E & Chauvin A. Immunity against helminths: interactions with the host and the intercurrent infections. J Biomed Biotechnol:Article ID 428593, 2010.

5-Maurer & Dondji. What determines the success or failure of intracellular cutaneous parasites? Lessons learned from leishmaniasis. Med Microbiol Immunol 198:137, 2009.

6-Mortimer L & Chadee K. The immunopathogenesis of Entamoeba histolytica. Exp Parasitol. In press. 2010.

 

 

BA018                        Princípios de sistemática molecular

Ementa: Introduzir a noção de evolução como um processo de ramificação não-observável e que esse processo pode ser inferido pelas mutações acumuladas nas sequências de DNA amostradas de espécies contemporâneas.

 

Bibliografia:
1-Philippe Lemey, Marco Salemi, Anne-Mieke Vandamme (Editors). The Phylogenetic Handbook: A Practical  Approach to Phylogenetic Analysis and Hypothesis Testing.  Cambridge University Press; 2nd edition, 750 p.,2009.

 

 

BA019                       História Natural de Vertebrados: Uma     Introdução

Ementa: Introdução ao estudo de história natural de vertebrados. Planejamento de um tema de pesquisa. Percepção de fatos, progressão de idéias, generalizações e previsões. Publicação científica: o que e por que publicar. Métodos de estudo: observação, registro, descrição e categorização. Planejamento de comunicação em reunião científica. Especial atenção é dada ao aperfeiçoamento profissional. Aulas interativas, ilustradas com diapositivos e centradas em estudos publicados ou em andamento, exemplificando e discutindo aspectos básicos das diversas fases no estudo da história natural de vertebrados brasileiros. São estimuladas a percepção e a interpretação, bem como a capacidade de organização e integração de fatos e idéias. Estudo de caso em história natural de vertebrados (extraclasse). Organização de mini-simpósio (local, material de apoio, seqüência das apresentações.

 

Bibliografia:

 

Artigos e notas sobre história natural de vertebrados

neotropicais, publicados em periódicos brasileiros e estrangeiros (p. ex., Zoologia, Biota

Neotropica, Revista Brasileira de Ornitologia, South American Journal of Herpetology,

Neotropical Ichthyology, Journal of Fish Biology, Journal of Herpetology, The Wilson

Journal of Ornithology, Mammalia, Biotropica)

 

 NP101   Protozoologia

Ementa: Estudo dos protozoários parasitos mais frequentes no ser humano e em animais domésticos e silvestres: morfologia estrutural e ultra-estrutural, biologia, patogenia, quadro clínico, epidemiologia, profilaxia e tratamento. Introdução ao estudo da biologia molecular dos protozoários parasitos. Imunidade das principais protozooses humana e animal. Perspectivas de controle por meio de futuras vacinas.

 

Bibliografia:

Bogith, B.J & Cheng, T. C. 1998. Human Parasitology. Academic Press. New York.

Fortes, E. 1977. Parasitologia Veterinária. 3ª. Ed, Ed. Cone, São Paulo.

Hendrix, C.M. 1998. Diagnostic Veterinary Parasitology. 2ª. Ed. , Ed. Mosby, St. Louis.

Kreier, J.P. & Bker, J. R. (Ed.). 1992. Parasitic Protozoa, vol. 1,2. Academic Press, N. York.

Mehlhorn, H. (Ed.). 1988. Parasitology in Focus. Springer-Verlag, Berlin.

Rey, L. 2001. Parasitologia, 2ª ed.. Ed. Guanaabara Koogan, Rio de Janeiro.

Roberts, L.S. & Janovy Jr. 1996. Foundations of Parasitology. 5th Ed. Wm. C. Brown Publications, Dubrique.

Spencer, F.M. & Monroe, L.S. 1973. The Color Atlas of Intestinal Parasites. 5th . Ed. Charles C. Thomasd Publisher, Springfield, Illinois.

Steele, J.H. 1982. CRC Handbook Series in Zoonosis. Section C: Parasitic Zoonosis. Vol.I, CRC Press Inc., Bocca Raton, Florida.

Urquhart, G.M. , Armour, J. & Jennings, F.W. 1996. Parasitologia Veterinária. 2[ ed. , Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.

Sistemática e Classificação dos Protozoários

Baker, J.R. 1977. Systematics of Parasitic Protozoa. In: Parasitic Protozoa, Vol. I, J. P. Kreier Ed., N. York. Pp.35-36,

Camps, R.R.; Mattern, C.F.T. & Honiberg, B.M. 1974. Study of Dientamoeba fragilis Jepps & Dobbel. I. Electronmicroscopic observations of the binucleate stages. II. Taxonomic Position and revision of the genus. J. Protozool. 21:69-82.

Corliss, J. º 1994. Na interin utilitarian (“user-friendly”) hierarchical classification and characterization of the Protists. Acta Protozool, 33:1-55.

Cox, F.E. G. 1981. A new classification of the parasitic protozoa. Protozool. Abstract. 5:9-14.

Cox, F. E. G. (Ed.) 1982. Modern Parasitology. A textbook of Parasitology. Scientificc Publication, London, pp. 1-33.

Levine, N. D. et al. 1980. A newly revised classification of the Protozoa. J. Protozool., 27:37-58.

Amebas

Griffin, J. L. 1978. Pathogenic free-living Amoebae. In: Parasitc Protozoa. Vol. II, J.P. Kreier, Ed. Academic Press, N. York., pp.507-549.

Martinez, J.A . Free-living  amoebas: natural history, prevention, diagnosis, pathology and treatment of disease. CRC Press Inc. , Boca Raton, Florida.

Martinez-Paloma, A. 1987. A pathogenesis of amoebiasis. Parasitol. Today 3:111-118.

Petri Jr., W. ª ; Clarck, C. G.; Braga, L.L> & Mann, B. J.  1993. Interntional Seminar on Amoebiasis. Parasitol. Today 9:73-75.

Stanely Jr., S. 2001. Pathofisiology of amoebiasis. Parasitol. Today 17:280-285.

Wahurst, D. C. 1985. Pathogenic free-living Amoebae. Parasitol. Today I:24-28.

 

Giardia

Meyer, E. ª 1985. The epidemiology of giardiasis. Parasitol. Today 1:101-105.

Smith, P. D. 1985. Pathophysiology  and immunology of giardiasis. Ann. Ver. Méd. 36:295-307.

Thomspon, R. C. A. ; Lymbery, A. J. & Melont, B. P. 1990. Genetic variation in Giardia Kunstler, 1882: Taxonomic and epidemiological significance. Protozool. Abst. 14;1-28.

Thompson, R. C. A. ; Reynoldson, J. A. & Lymbery, A. J. 1994. Giardia: from Molecules to Disease. CAB International. Wallingford, UK.

Trichomonadidae

Alderete, J. F. ; Lehker, M.W. & Arroyo, R. 1995. The mechanisms and molecules involved in cytoadherence and pathogenesis of Trichomonas vaginalis. Parasit. Today 11:70-74.

Rein, M. F. & Muller, M. 1990. Tricomonas vaginalis and trichomoniasis. In: Sexually Transmited Diseases. K.K. Holmes; P.ª Mardth; P. F. Sparlign; P. J. Wiesner. Eds. McGraw Hill Co., N. York, pp.481-492.

Wolner-Hanssen, P. et alii. 1989. Clinical manifestations of vaginal trichomononiasis. JAMA 261:571-576.

 

Família Trypanosomatidae: Trypanosoma e Leishmania

Brener, Z. 1982. Recent development in the field of Chagas Disease. Bull. WHO 604:463-493.

Chagas, C. 1909. Nova tripanosomíase humana. Estudos sobre a morfologia e o ciclo evolutivo do Schizotripanum cruzi n. gen., n. sp., agente etiológico de nova entidade mórbida do homem. Mem. Inst. Oswaldo Cruz 18:124-193.

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Deane, M. P.; Lenzi, H. L. & Jansen, A. 1984. Trypanosoma cruzi: vertebrate and invertebrate cycles in the same mammal host, the opossum Didelphis marsupialis. Mem. Inst. Oswaldo Cruz 79:513-515.

Dias, J. C. P. 1987. Control of Chagas Disease in Brazil. Parasitol. Today 3:336-341.

Lainson, R. 1983. The american leishmaniasis: some observations on their ecology and epidemiology. Trans. R. Soc. Méd. Hyg. 77:569-596.

Lainson, R. & Shaw, J.J. 1987. Evolution, Classification and Geographical Distribution. In: The Leishmaniasis. Vol. I Academic Press. Inc., London, pp.1-120.

Molyneux, D. H. & Asfhord, R. W. 1983. The Biology of Trypanosoma and Leishmania Parasites of Man and domestic animals, Int. Publ. Serv. Taylor & Francis Inc., N. York.

Filo Apicomplexa: Cryptosporidium, Eimeria, Isospora, Toxoplasma, Sarcocystis.

Baker, J. R. : Muller, R; Rollinson, D. & Tzipori, S. (Editores). 1998. Oportunistic Protozoa in Humans. Adv. Parasitol., vol.40.

Cawthorn, r. J. & Speer, C. A. 1990. Sarcocysts: Infection and Disease of Humns, Livestock and other hosts. In: Coccidiosis of Man and domestic Animals. P. L. Long. Ed. CRC Press., Boca Raton, Florida.pp.91-119.

Current, W. L. & Blagburn , B. L.  1990. Cryptosporidium: Infections in Man and Domestic Animals. In: Coccidiosis of Man and Domestic Animals. P. L. Long Ed. , CRC Press, Boca Raton, Florida, pp. 156-185.

Current, WL; Upton, S.J. & Long. P. L.1990. Taxonomy and Life Cycle. In: Coccidia of Man and Animals. P. L. Long Ed., CRC Press, Boca Raton, Florida. pp.1-16.

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Koppe, J. G., Loewe-Sieger, D. H. & Roever-Bonnet, H. 1986. Results of 20 years follow-up of congential toxoplasmosis. Lancet 8475:254-255.

Kawazoe, U. 2000. Coccidiose. In: Doenças das Aves. Berchieri Jr., ª & Macari, M. Editores. FACTA, Campinas, S.P., pp.391-405.

Lindsay, D. S. 1990. Isospora Infection of Intestine: Biology. In: Coccidiosis of Man and Domestic Animals. P. L. Long, Ed. CRC Press, Boca Raton, Florida. pp.77-89.

Long, P. L. 1987. Coccidiosis in Polutry. CRC Crit. Ver. Poult. 1:25-50.

Navia, B. ª; Petito, C. K. ; Gold, J.W.M.; Cho, F. S.; Jordan, B. D. & Price, R. W. 1986. Cerebral toxoplasmosis complicating the acquired immune deficiency syndrome: clinical and neuropathological findings in 27 patients. Ann. Neurol. 19:224-238.

Tenter, ª M. 1995. Current research on Sarcocystis species of domestic animls. Int. J. Parasitol. 25:1211-1320.

Malária

Beier, J. C.  1993. Malaria sporozoites: survival, transmission and disease control. Parasitol today 9:210-215.

Deane, L. M. 1969. Malaria parasites of Brazilian monkeys. Rev. Inst. Méd. Trop. São Paulo 11:71-86.

Garnham, P.C.C. 1966. Malaria Parasites and other Haemosporidia. Blackwell Scientific Publications, Oxford.

Guerin, P. J. et al., 2002. Malaria: current status fo control, diagnosis, treatmente, and a proposed agenda for research and development. Lancet Inf. Dis. 2: 564-573.

Marques, A. C. 1987. Human migration and the spread of malaria in Brazil. Parasitol Today 3:166-170.

Mendis, K,N. & Carter, R. 1995. Clinical disease and pathogenesis in Malaria. Parasitol. Today 11:PTI 2-16.

Shiff, C. J.; Minjas, J. & Premji, Z. 1994. The ParasightR Test: a simple rapid manual dipstick test to detect Plasmodium falciparum infection. Parasito. Today 10:494-495.

Urquhart, A. D. 1994. Putative pathophysiological interactions of cytokines and phagotic cells in severe human falciparum malaria. Rev. Infect. Disc. 19:117-131.

Wanderley, D. M. V.; Andreade, J. C. R.; Meneguetti, L. C. ; Chinelatto, M. J. & Dutra, A. P. 1985. Malária no estado de São Paulo, Brasil: 1980 a 1983. Ver. Saúde Públ., s. Paulo 19:28-36.

Wyler, D. J. 1993. Malaria:overview and update. Clin. Infect. Dis. 16:449-458.

 

Perspectivas de Vacinas

Buxton, D.; Thomas, K; Maley, S; Wright, S. & Bos, H. J. 1991. Vaccination of sheep with a live incomplete strain (S48) of Toxoplasma gondii and their immunity to challenge when pregnant. Vet. Rec. 129:89-93.

Moore, S. A ; Surgey, Ege & Cadwgan, A. M. 2002. Malaria vaccines: where are we amd where are we going? Lancet Infec. Dis. 2:737-743.

Petersen, E.; Nielsen, H. V. ; Christiansen, L. & Spenter, J. 1998; Immunization with e. coli produced recombinant t. gondii SAG1 with alum as adjuvant protect mice against lethal infection with toxoplasma gondii. Vaccine 16:1283-9.

Silva, Jr., A; Kawazoe, U.; Freitas, F. F. T; Gatti, M. s. V.; Dolder, H.; Schumacher, I.; Julainao, M. A; Silva, M. J. & Leite, ª 2002. Avian anaticoccidial activity of a novel membrane-inetractive peptide selected from phage display libraries.

Stoute, J. A. et al. 1997. A preliminary evaluation of a recombinat circumsporozoite protein vaccine against Plasmodium falciparum malaria. N. England J. Med. 336:86-91.

Yap, G. S. et al., 1988. Partially protective vaccination permits the deveolpment of latency in a normally virulent strain of Toxoplasma gondii. Inf. Immun. 66:4382-8.

 

 NP111            Helmintologia

Ementa: Introdução ao estudo dos helmintos. Estudo dos helmintos parasitas mais frequentes do homem. Morfologia, biologia, patogenia, quadro clínico, epidemiologia, profilaxia e tratamento. Aspectos imunológicos e moleculares dos helmintos parasitas.

 

Bibliografia:
Beaver, P. C. ; Jung, R. C. & Cupp, E. W. 1984. Clinical Parasitology. 9th. Ed. Lea & Febiger Eds. Philadelphia.

Cheng, T. C. 1986. General Parasitology. Academic Press., new York.

Cohen, S. & Warren, K. S. 1982. Immunology of Parsitic Infections. Blackwell Scien. Publ. , Oxford.

Knight, R. 1982. Parasitic Disease in Man. Churchill Livingstone, London.

Rey, L. 2005. Parasitologia. 4ª ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.

Roberts, L. S. & Janovy Jr., 1996. Foundations of Parasitology. 5 th. Ed., Wm. C. Brown Publishers, Duduque; Warren, K. S. 1993. Immunology and Molecular Biology of Parasitic Infections. Blackwell Scien. Publ., Oxford.

 

 
NP121            Entomologia Médica e Veterinária

Ementa: Insetos e outros artrópodes causadores e/ou vetores de doenças para o homem e outros animais; conceitos de vetor; epidemiologia da transmissão de doenças; principais doenças transmitidas ou causadas por artrópodes; artrópodes peçonhentos e venenosos.

Bibliografia:
Edman, J. D. & Eldridge, 2000. Medical Entomology: A Textbook on Public Health and Veterinary Problems caused by Arthropods. Ed. Kluwer/Dordrecht, EUA.
Harwood, R. F. & M. T. James. 1978. entomology  in Human and Animal Helath. 7 th ed. Macmillan Publishing Co., Inc. New York, NY, EUA.
Kettle, D. s. 1994. Medical and Veterinary Entomology 2nd. Ed. Wiley Intescience Publishers. New York, NY, EUA.
Wqall, R. & D. Shearer. 1995. Veterinary Entomology: Arthropods Ectoparasites of Veterinary Importance. Ed. Kluwer, EUA.
Bibliografia suplementar:
Byrd, L. H. & J. L. Castner. 2001. Forensic Entomology: The Utility of Arthropods on Legal Medicine. CRC Press, Boca Raton, FL, EUA, 418 p.
Geenberg, B. G & J.C. Cunich. 2002. Entomology and the Law: Flies as Forensic Indicators. Cambridge University Press., Cambridge, MA, EUA, xiii+306p.
Guimarães, J. H. & papavero, N. 1999. Myiasis in Man and Animals in the Neotropical Region: A Bibliographic Database. Editora Pléiade, São Paulo, Sp. 308 p.
Guimarães, J. H. ; E. C. Tucci & D. M. Barros-Battesti. 2001. Ectoparasitas de Importância Veterinária. Editora Plêiade, São Paulo, Sp, 215 p.
 

NP131            Técnicas Instrumentais em Parasitologia

Ementa: Principais técnicas utilizadas no estudo dos animais parasitas. Métodos de coleta, fixação, preservação, coloração e montagens provisórias e definitivas de parasitas. Principais métodos utilizados no diagnóstico e detecção do parasitismo: técnicas parasitológicas, imunológicas e moleculares.

 

Bibliografia:

Behmer, AO; Tolosa, E. M. C. & Freitas Neto, ª G. manual de Técnicas para  Histologia Normal e Patológica.EDUSP, 1976.

Binford, C. H. & Connor, D. H. Pathology of Tropical and Extraordinary Diseases. Vol. I and II, Armed Forces Institute of Pathology, USA, 1976.

Borror, J. D. & Dwight , M. D. 1988. Introdução ao Estudo dos Insetos. Blucher, 653 pp.

Borror, J. D. & Richard E. W. 1970. A Field Guide to The Insects of America North of Mexico, Houghton Miffilin Company Boston, X+404pp.

Lima, a. O. & Dias da Silva, W. Imunologia, Imunopatologia e Alergia. Métodos. Guanabara Koogan, 1970.

Long, P. L. 1990. Coccidiosis of man and the domestic animals. CRC Press., Boca Raton, USA.

Manual de Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana. Fundação Nacional de saúde, Ministério da Saúde, Brasília,2000.

Pessoa, S. B. & Martins, ª V. 1982. Parasitologia Médica. Guanabara Koogan.

Spicer, W. J. 2000. Bacteriologia, Micologia e Parasitologia Clínicas. Guanabra Koogan.

Rey, L. 2001. Parasitologia . 3ª ed. Guanabara Koogan.

Roit I; Brostoff J. & Male, D. Immunology, Gover Medical Publishing, USA.

WHO Edit. Basic Laboratory Methods in Medical Parasitology, Geneva, 1991.

 

 NP304            Sistemática dos Animais Parasitas

Ementa: Introdução às principais teorias sistemáticas e taxonômicas atuais: sistemática evolutiva, taxonomia numé­rica, sistemática filogenética e suas principais aplicações na sistemática dos parasitas, origem e filogenia das asso­ciações parasitas-hospedeiro, implicações biogeográficas.

 Bibliografia:
Amorim, D.S. 1994. Elementos básicos de Sistemática Filogenética; Sociedade Brasileira de Entomologia, S.P.
Brooks, D.R. & McLennan, D. A. 1993. Parascript. Parasites and the Language of Evolution. Press, Wahington.
Henning, W. 1981. Insect Phylogeny. John Wiley & sons, New York.

 

 NP313 Dípteros Imaturos: Colonização em Labora­tório e Criação Massal

Ementa: Dípteros imaturos. Biologia do ovo, larvas e pupas. Desenvolvimento e metamorfose. Identificação das princi­pais famílias de importância sanitária. Dietas artificiais. Co­lonização em laboratório. Criação massal. Bioensaios com larvas.

 

Bibliografia:

 

Ferrar, P. 1987. A guide to the breeding habitats and immature stages of Díptera. B. Brill/ Scandinavian Science Press. Copenhagen.

Greenberg, B. 1971. Flies and Disease. Vol.1 Ecology, Classification, and Biotic Association. Princeton University Press, New Jersey.

Guimarães, J. H. & Papavero, N. 1999. Myiasis in man and animals in the Neotropical Region. Bibliographic database. FAPESP/ED. Plêiade, São Paulo.

McAlpine, J. F., (eds.). 1987. Manual of Neartic Diptera. Biosystemantic Research Centre, Agriculture Canadá, Monograph 28, 2 vols.

Zumpt, /f. 1965. Myiasis in man and animals in the Old World. Butterworths, London.

 

 

NP315            Moscas Domésticas: Identificação, Biolo­gia, Importância e Controle

Ementa: Principais espécies de moscas domésticas no Bra­sil: identificação; dados bibliográficos importantes. Coletas antigênica em Trypanosoma brucei, T. cruzi e Leishmania spp. Perspectivas de vacinação.

 Bibliografia:
Borror, D. J.; Triplehorn, C. A. & Johnson, N. F. 1989. An Introduction to the Study of Insects. 6 th. Ed. Saunders College Publising, Philadelphia.
Eldredge,B. F. & Edman, J. D. 2000. Medical Entomology. A Textbook of Public Health and Veterinary Problems caused by Arthopods. Kluwer Academic Publications, Dohrdrcht.
Guimarães, J. H.; Tucci, E. C. & Barros-Battesi, D. M. 2001. Ectoparasitos de Importância Veterinária. FAPESP/Ed. Plêiade, São Paulo.
Guimarães, J. H. & Papavero, N. 1999. Myiasis in man and animals in the neotropical region.Bibliographic database. FAPESP/ED. Plêiade, São Paulo.
Marcondes, C. B. 2001. Entomologia Médica e Veterinária. Atheneu, São Paulo.
McAlpine, J. F. ET la., (eds.). 1987. Manual of Neartic Diptera. Byosyustematic Research Centre, Agriculture Canada, Monograph 28, 2 vols.
Robinson, W. H. , 1996. Urban Entomology. Insects and mite pests in the human environment. Chapman & Hall, London.

 

 NP319            Dípteros Sinantrópicos: Metodologia de Es­tudo

Ementa: Introdução ao estudo dos dípteros sinantrópicos: Sinantropia e sinantropização; índices de sinantropia. Prin­cipais famílias de dípteros ciclorrafos muscóides; Identifi­cação das famílias de dípteros muscóides; Levantamento de dípteros sinantrópicos: técnicas de coleta, preparação e conservação. Coletas especiais. Amostragem de popu­lações. Análise de dados meteorológicos. Climatograma. Colonização e manutenção de populações de moscas em laboratórios; Utilização em bioensaios; cultura axênica; de­senvolvimento de dietas artificiais oligídicas; Bioensaios para verificação de resistência aos inseticidas químicos; lar­vicidas e adulticidas; DL 50, DL 99 e efeitos subletais. Aná­lise de próbites. Dinâmica populacional; Tabelas de vida e de fertilidade. Limites de tolerância; graus/dia; técnicas de verificação de idade fisiológica; idade cronológica. Assime­tria flutuante e adaptabilidade: seleção sexual. Influência dos inimigos naturais: predadores, parasitóides, parasitas e competidores; controle biológico.

 

Bibliografia:

Ferrar, P. 1987. A guide to the breeding habits and immature stages of Diptera. B. Brill/Scandinavian Science Press. Copenhagen.

Greenberg, B. 1971. Flies and Disease. Vol. 1. Ecology, Classification, and Biotic Association. Princeton University Press, New Jersey.

Guimarães, J. H. & Papavero, N. 1999. Myiasis in man and animals in the neotropical region. Bibliographic database. FAPESP/Ed. Plêiade, São Paulo.

McAlpine, J. F. ET AL., (ed). 1987. Manual of Neartic Diptera. Byosistematic Research Centre, Agriculture Canada, Monograph 28, 2 vols.

Zumpt, F. 1965. Myiasis in man and animals in the old world. Butterworths, London.
 

 NP322            Malária: Resposta Imune, Vacinas e Va­riação Antigênica

Ementa: Regulação da resposta imunológica desencadeada nas infecções por Plasmodium. Análise da resposta imune celular, humoral e dos mecanismos de escape utilizados por este patógeno. Desenvolvimento de vacinas e terapias imune (anticorpos), ressaltando os impactos, problemáticas e os recentes avanços obtidos.
Bibliografia:
Não consta bibliografia!
 

 NP324   Helmintos Parasitos de Peixes e sua Impor­tância na Saúde

Ementa: Aspectos gerais de helmintos parasitos de peixes: Adaptações morfofuncionais, ciclo de vida e seu efeito sobre o hospedeiro. Ênfases em helmintos de peixes de importân­cia zoonótica na América do Sul: ciclos de vida, distribuição geográfica, efeito sobre os hospedeiros, diagnóstico, epide­miologia, prevenção e controle.

 

Bibliografia:

Anderson, R. C. 2000. Nematode Parasites of Vertebrates. Their development and transmission. CABI Publishing, New York, USA, 560 pp.

Atias, A. 1998. Parasitologia Médica. Ed. Mediterrâneo, Santiago, Chile.615 pp.

Grove, D. I. 1990. A History of Human Helminthology. CABI Publications, Oxon, UK.

Gutierrez, Y. 2000. Diagnostic Pathology of Parasitic Infections with Clinical Correlations. Oxford University Press., USA.769 pp.

Hoffman, G. L. 1999. Parasites of North American Freshwater Fishes. Cornell University Press, USA. 529 pp.

Ishikura, H. & Namiki, H. 1989. Gastric anisakiasis in Japan. Springer-Verlag, Tokyo, Japan. 144 pp.

Moravec, F. 1994. Parasitic Nematodes of freshwater Fishes of Europe. Kruger Academic Publishers, London, UK. 473 pp.

Rohde, K. 1993. Ecology of Marine Parasites. CABI Publising. Oxon, UK. 298 pp.

Woo, P. T. K. 1995. Fish Diseases and Disorders. CABI Publishing, Oxon, UK. 808 pp.

 

 NP405  Esquistossomose Mansônica

Ementa: Histórico. Taxonomia e Morfologia. Biologia. Pla­norbídeos vetores. Patogenia. Quadro clínico. Imunopatolo­gia. Epidemiologia. Profilaxia. Diagnóstico. Tratamento.

 

Bibliografia:

Cunha, A. S. 1970. Esquistossomose mansônica. Sarvier, São Paulo.

Jordan, P. Webbe, G. ; Surrock, R. 1993. Human Schistosomiasis. CAB International, Cambridge.

Malek, E. 1980. Snail transmitted parasitic diseases. CRC Press,Boca Raton, Florida.

 

NP604  Parasitoses Intestinais Emergentes ou Oportunistas

Ementa: Conceito de Parasitoses Emergentes ou oportunistas. Fatores sociais, biológicos e epidemiológicos que propiciaram a emergência das parasitoses intestinais oportunistas. Atualização sobre aspectos biológicos e epidemiológicos das parasitoses emergentes, visando os protozoários pertencentes aos Gêneros Cryptosporidium, Cyclospora, Cystoisospora e microsporídios intestinais. Abordagem laboratorial do diagnóstico parasitológico das parasitoses intestinais emergentes ou oportunistas. Aspectos teóricos da Biologia Molecular aplicados ao estudo das parasitoses intestinais oportunistas emergentes.

 

Bibliografia:

Fayer R.;  Morgan U; Upton SJ.  Epidemiology of Cryptosporidium: Transmission, detection and Identification. International Journal for Parasitology 30:1305-1322, 2000 (Special issue).

Mayer, JD. Geography, ecology and emerging infectious diseases. Social Science & Medicine 50:937-952, 2000.

Boulter-Bitzer JL; Lee h; Trevors JT. Molecular targets for detection and immunotherapy in Cryptosporidium parvum. Biotechnol. Adv. 25:13-44, 2007.

Fayer R. Cryptosporidium: a water-borne zoonotic parasite. Vet. Parasitol 126:37-56, 2004. (Special issue).

Karanis P; Kourenti C; Smith H. Waterborne transmission of protozoan parasites: a worldwide review of outbreaks and lessons learnt. J. Water Health 5:1-38, 2007.

Quintero-Betancourt W; Peele, ER; Rose, JB. Cryptosporidium parvum and Cyclospora cayetanensis: a review fo laboratory methods for detection of these waterborne parasites. J. Microbiol. Methods. 49:209-24, 2002.

Smith HV, Cacció SM, Cook N; Nichols RA; Tait A. Cryptosporidium and Giardia as foodborne zoonoses. Vet. Parasitol. 149:29-40, 2007.

USEPA. Method 1623: Cryptosporidium and Giardia in water by filtration/IMS/FA. Office of Water.1999.EPA-821-R-99-006.

Jex AR; Smith HV; Monis, PT; Campbell, BE; Gasser RB. Cryptosporidium – Biotechnological advances in the detection, diagnosis and analysis of genetic variation. Biotecnhology Advances26:304-317, 2008.

 

 

NP-605 : Ciência e Tecnologia em Modelos Animais

Ementa: O avanço científico da medicina e o animal de laboratório. Infra-estrutura de biotérios sob barreiras. Centros de Bioterismo, biotérios experimentais. Ciência em Animais de Laboratório. Linhagens de camundongos e ratos. Métodos de monitoramento genético. Saúde animal. Interferência de patógenos na pesquisa experimental. Aspectos ambientais na produção animal. Biossegurança em biotérios. Procedimentos experimentais específicos. Analgesia e anestesia. Gnotobiologia e suas aplicações. Telemetria. Produção de embriões murinos. Criobiologia. Transgênese. Métodos alternativos. Ética na experimentação animal. Legislação vigente. Bem estar animal.