Página pessoal

Paulo Mazzafera
 
Formação Acadêmica
É agrônomo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP-1982) e Mestre em Ciências Biológicas (1987), Doutor em Ciências Biológicas (1990), Livre Docente (1995), Professor Adjunto (2000) e Professor Titular (2001) pela Universidade Estadual de Campinas. Fez estágios de pós doutoramento na Swedish University of Agricultural Sciences, Umeä, Suécia (1992-1993) e no Commonwealth Scientific International Research Organization (CSIRO), Adelaide, Australia (1998-1999). Atua em Fisiologia Vegetal nas culturas café, eucalipto, soja e cana de açúcar. Atualmente (2017-2019) é Professor Visitante da ESALQ-USP.
 
Contato
Universidade Estadual de Campinas
Instituto de Biologia
Rua Monteiro Lobato, 255 - Campinas - SP - Brasil
CEP 13083-862
Departamento de Biologia Vegetal

Email:
Fone: 35216213
Currículo Lattes:
 
Pesquisa
Lignina
Neste assunto é dada atenção a duas culturas, cana de açúcar e eucalipto. Em ambos os casos procura-se entender de que maneira o ambiente altera o conteúdo desse polímero e sua constituição. Os estudos englobam análise de expressão de genes do metabolismo de lignina, desde os que codificam para enzimas anteriores à formação dos monolignóis, até extracelulares, como peroxidases e lacases, responsáveis pela polimerização. Para atingir estes objetivos são usadas técnicas bioquímicas usuais, moleculares, proteômica e espectrometria de massa.
 
Eficiência do uso de P em eucalipto
O fósforo (P) está entre os três minerais essenciais encontrados em maior abundância nos tecidos vegetais. Faz parte da molécula de ATP, RNA e DNA, de lipídeos de membranas e de várias outras moléculas sem as quais plantas não vivem. As rochas fosfatadas são a fonte principal dos fertilizantes fosfatados usados na agricultura e as jazidas são finitas. Isto, junto com o fato de que o P no solo está pouco disponível às plantas, devido às suas interações químicas, faz com que seja necessário maximizar a eficiência do uso de P pelas plantas. O presente projeto visa entender os mecanismos fisiológicos e moleculares da absorção e remobilização do P em eucalipto e como a concentração endógena de fosfato da planta interage com as suas simbioses radiculares e com a microbiota da rizosfera. O eucalipto é uma importante cultura no Brasil, com significativo impacto econômico em várias regiões. Será explorada a diversidade genética de mais de 20 espécies do gênero, procurando-se inicialmente dois grupos entre as responsivas ao fornecimento de P, espécies eficientes e espécies não eficientes em absorver o P do solo. Ou seja, serão selecionadas espécies que consigam responder à suficiência de P (fertilização), mas que sejam diferentes na habilidade de adquirir P do solo quando em condições de deficiência. Em seguida, experimentos direcionados permitirão avaliar desde o crescimento e arquitetura das raízes, expressão gênica do network que regula a absorção, transporte e remobilização de P na planta, análise da microbiota associada, com particular interesse em micorrizas, cinética de absorção do P, respostas bioquímicas das raízes, enzimas do solo, qualidade da madeira dos eucaliptos. (projeto temático Fapesp 16/25498-0)
 
Bioestimulantes
O termo bioestimulantes (BEs) é adotado em outros países e uma definição recente os define como: produtos formulados de origem biológica que melhora a produtividade da planta, como consequência de propriedades emergentes do complexo de constituintes, e não como uma única consequência da presença de nutrientes essenciais para plantas conhecidos, crescimento reguladores, ou compostos protetores de plantas. A legislação brasileira não contempla BEs e vários produtos no mercado contem partes de extratos orgânicos e também elementos nutrientes às plantas, o que os permitem serem classificados como biofertilizantes. As pesquisas nesta área visam entender quais os componentes ativos de extratos de algas e hidrolisados de proteínas e como eles agem nos mecanismos fisiológicos das plantas. São estudadas as culturas de soja, tomate, eucalipto e café.
 
Consórcio café x braquiária
Tem sido verificado que intercultivo de braquiária na cultura do café leva ao aumento da produtividade, o que provavelmente acontece pela melhora das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Tais alterações se refletem em ciclagem de nutrientes, aumento no uso de nutrientes pelo café, maior disponibilidade de água, etc. Esta linha de pesquisa tem por objetivos investigar, sob o ponto de vista fisiológico, o comportamento funcional do sistema radicular de café quando em consórcio com braquiária
 
 
Equipe
Nome: Marcio Souza Silva (ESALQ-USP)
Cursando:MS
 
Nome: Caio Cezar Fabiano Barbosa dos Santos
Cursando:MS
 
Nome: João Leonardo Corte Baptistella (ESALQ-USP)
Cursando:MS
 
Nome: Daniela Feltrim
Cursando:DR
 
Nome: Uiara Romero Souza
Cursando:DR
 
Nome: Felipe Thadeu Tolentino
Cursando:DR
 
Nome: Juan Pablo Portilla Llerena
Cursando:DR
 
Nome: Nathalia Volpi e Silva
Cursando:DR
 
Nome: Mariana Crotti Franco
Cursando:DR
 
Nome: Sarah Caroline Ribeiro de Souza
Cursando:PD
 
Nome: Raquel Figueiredo
Cursando:PD
 
Nome: Élcio Ferreira dos Santos
Cursando:PD